As aparências enganam

Escola Do Bem E Do Mal

Autor Soman chainani

numero de paginas 316

editora gutember

O livro “Escola Do Bem E Do Mal”, do autor Soman Chainani, conta a história de duas garotas, Sophie que é linda perfeita e dedicada ao bem, e Agatha que só veste preto e faz coisas más, elas moram em Galvadom onde de quatro em quatro anos duas pessoas são levadas de noite (uma boa e uma má) e são levadas para a escola do bem e do mal, e isso acontece com as protagonistas, porém quando elas acordam pensam que trocaram de escola porque a boa está na escola do mal e a má está na escola do bem e tentam destorcar.

Um dia elas resolvem fugir da escola e acabam em uma torre que era proibida e vem uma pena que começou a escrever uma história, que era a história das duas, então diretor da escola aparece e fala que ele deixa elas irem embora se elas desvendarem um enigma(O que o mal deseja que o bem não vive sem ?), elas desistem e tentam achar outro jeito de sair, mas as duas começam a mudar, Sophie começa a vestir preto e fazer coisas más, enquanto Agatha começa a se arrumar e a sorrir e fazer boas ações.

No dia do baile das duas escolas Sophie manipula os sempre (quem estuda na escola do bem) para atacar os nunca (quem estuda na escola do mal) e Agatha impede as escolas de se matar, e então acaba o livro

O livro “a escola do bem e do mal” representa que as aparências enganam tanto que alguém pode parecer de um jeito e ser totalmente diferente

As meninas são tão enganadas por suas próprias aparências que pensam que são algo que não são, por exemplo quando Agatha consegue realizar seu desejo e a professora Dovey diz: “Você conseguiu fazer seu desejo se tornar realidade um ato que só pode ser feito por alguém com coração puro”.

E quando Sophie tira a magia de um ganso dourado e Castor, um dos professores mais malvados, diz: “o ganso preferiu abrir mão de sua magia ao invés de ajudá-la é o ato mais maléfico que já vi em toda minha vida minha vida” esses dois comentários são coisas surpreendentes porque os dois professores são o extremo de sua matéria e até eles se surpreendem.

Nesse livro é bem fácil perceber que as meninas estão mudando, porque os detalhes estão nas atitudes dos personagens, como na parte em que sophie não ajuda tedros porque acha que ele gostaria assim mas na verdade ela só não quis ajudar por egoísmo.

esse livro é cômico e tem ótimos personagens e uma linguagem como a de um conto de fadas é um bom livro para crianças e adolescentes.

Meu amigo Jim

 

Por: Leonardo Souza Martins

Ficha técnica

Título do livro: Meu amigo Jim

Autor: Kitty Crowther

 

O livro “Meu amigo Jim”  apresenta um pássaro melro chamado Jack, que mostra detalhadamente como ele gosta do mar e a sua amizade com Jim, a gaivota. Uma relação sem brigas, só com bons momentos. O autor também remete ao preconceito de raça.

Na verdade os momentos em que há preconceito ocorrem quando seu amigo Jim convida Jack, o pássaro preto, para conhecer sua casa em uma ilhota. Ao chegar na ilha, todas as gaivotas brancas olham de um modo estranho para o melro. Jack pergunta a seu amigo o por que o olhar estranho. Jim responde: “ É normal. É a primeira vez que veem um pássaro todo preto.” Pelas imagens, todas as gaivotas olham de cara feia ou assustada para Jack. Assim, há uma passagem que mostra as gaivotas rejeitando Jack, dizendo que ele é uma ave esquisita, que não gostam dele. O melro fica triste e volta para casa com seu amigo. Não podemos maltratar os outras pela sua aparência.

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Percebemos que o autor mostra os sentimentos que os negros sentem quando os maltratamos deste jeito, quando declaramos que eles são esquisitos, que não importam. No final do livro Jack descobre um baú cheio de livros que ele então começa a ler. Toda noite lia um para Jim, mas uma gaivotinha escutava às escondidas. Ele conta para sua mãe que o pássaro preto lia muito bem. A mãe o visita, e ama a história. Surpreendida conta para suas amigas sobre Jack e suas histórias, que conta para o resto da vila. A cada dia novas visitas batiam na porta, e toda a noite todas as gaivotas ouviam uma história contada por Jack. Este trecho da história nos dá o olhar que as pessoas com pele escura também tem dons que agrade os outros. Todos tem algo de bom para compartilhar com os outros, todo mundo pode servir alguma ação que agrade.

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A história calma dá a visão do afeto sentimental humano pelos negros, a tristeza. Como a espécie mais inteligente (humana) maltrata a si mesma por um motivo bobo, a cor da pele?

 

Verdadeira amizade.

Antônio Terahata Scatolini Menten

 

Ficha técnica

Livro: O jovem rei e outras histórias

Título do conto: O amigo devotado

Autor: Oscar Wilde

Ilustrador: Alexandre Coelho

Editora: Editora ática

Número de páginas(conto): 16

Número de páginas(livro): 147

 

No conto “O amigo devotado”, um pintarroxo* explica o que é um mau exemplo de companheirismo a um ratão do banhado e a uma pata, narrando a história da amizade de Hans e do Moleiro, ambos de classes sociais muito desiguais, porém Hans ainda continua a deixar ser aproveitado pelo Moleiro, o mais rico dos dois.

Nesta obra, o autor Oscar Wilde esconde muitos significados, pequenos, porém profundos, como a forte vontade de continuar a ter um amigo, sem perdê-lo em qualquer circunstância, até sacrificando muitos, de seus próprios bens, somente para agradar o outro: “O pobre e pequeno Hans estava muito ansioso para ir trabalhar no seu jardim, pois havia dois dias que suas flores não eram regadas, mas não lhe agradava recusar um pedido do Moleiro, já que era seu grande amigo” este trecho do livro passa uma idéia, de ser uma obrigação ajudar um amigo, e não algo bom e agradável, outro dos motivo de não ser uma boa amizade e sim, um tipo de exploração.

A amizade entre o Moleiro e o pequeno Hans é a pura exploração. Hans é um jardineiro muito bom em sua profissão e que ama seu jardim, porém o Moleiro todo dia de primavera, verão e outono vai buscar flores no jardim de Hans, dificultando a vida do pequeno jardineiro. O inverno é a única época que o Moleiro não visita Hans pois ele não tem flores para vender, tornando esta a época mais difícil para Hans pois ele ganha a vida vendendo suas flores.

Uma certa noite escura e chuvosa, o filho do Moleiro cai da escada, se machucando, em vez de chamar o médico o Moleiro foi até a casa de Hans, pedindo a ele que fosse e chamasse o médico, mesmo Hans pedindo emprestada a lanterna do Moleiro pois estava escuro, o tal nega pois nada de errado pode acontecer com a lanterna que era nova, então Hans vai até o médico e o chama mas, ele só tem um cavalo então Hans tem de voltar a pé, a chuva estava muito mais forte e Hans se perde. Na manhã seguinte seu corpo é encontrado em um buraco fundo que tinha enchido de água.

Na narrativa, Hans é a pura devoção feita de afeição tola, e o Moleiro é a manipulação derivada do aproveitamento.

*um pássaro

Seguindo a si próprios

Ficha técnica

Título do livro:  Entre Cabras e Ovelhas

Autor: Joanna Cannon

Editora: Morro Branco

Número de páginas: 472

 

Em uma pequena Vila no Interior da Inglaterra, o misterioso sumiço da Sra. Creasy é o novo assunto das fofocas da vizinhança. Ninguém sabe ao certo o que aconteceu ela, mas todos arriscam opiniões sobre o seu desaparecimento. Mas mesmo com diversos julgamentos, as pequenas Grace e Tilly não se conformam com as opiniões alheias e passam seus dias à procura de novas pistas, de porta em porta. Mais uma porta a bater para Grace e Tilly, mais um segredo a esconder para os adultos. Essa é a história relatada por Joanna Cannon em seu livro “Entre Cabras e Ovelhas”, publicado no ano de 2016.

 

Na prolongação da leitura é bastante questionável o porquê do título do livro, mas em um certo momento do enredo o padre, personagem coadjuvante, diz a seguinte frase: “As pessoas são como cabras e ovelhas, se se desviarem da estrada ou pararam de seguir seus pastores, se perdem, e se elas se perdem é preciso que se achem novamente”. Essa frase é totalmente reveladora, pois com ela podemos ver que o título se aplica totalmente ao enredo.

 

O livro mostra como na vida existem dois tipos de pessoas: Os pastores, os que guiam, os que criam, os que escolhem, os que influenciam. E as cabras e ovelhas, as que seguem, as que  indiretamente são influenciadas, as que não escolhem. Mas mesmo os pastores são cabras e ovelhas, mesmo os pastores acabam seguindo outros pastores.

 

A obra trata de forma sutil como indiretamente a sociedade está cheia de seguidores sem rumo com o propósito de se encaixarem. Em sua frase, o padre comenta que é preciso se encontrar caso se perca, isso mostra a necessidade do ser humano de se encaixar, de não se perder, mesmo se quando perdidos acabamos nos achando mais do que localizados. Ninguém está livre de seguir o que a sociedade impõe, incluindo os ditadores de padrões. A obra consegue nos fazer pensar em diversos ângulos, “Entre Cabras e Ovelhas é uma excelente experiência literária para refletir”.

Medo oculto entre as páginas

 

Mariana Sequeira Rocha

Ficha Técnica:

Título do livro: Fallen

Autora: Lauren Kate

Editora: Galera Record

Numero de páginas: 406

 

Medo oculto entre as páginas

Uma cidadezinha normal, igual a maioria das outras, onde na maioria dos dias o Sol brilha constante no céu, onde tudo era legal, onde tudo parecia perfeito, tão perfeito que até se tornava um tanto assustador, é o cenário onde o livro “Fallen”, de Lauren Kate, se passa. Ali era onde vivia a protagonista dessa história, Lucinda, uma menina de 16 anos que sempre viu sombras a sua volta, vultos pretos, e sombrios, rodeando seus momentos felizes, escuros e amedrontadores, trazendo apenas o medo e a escuridão para sua vida.

Antes ela as via perto de lagos, rios, ou lagoas escuras, onde o Sol não se expunha. Ou de florestas, estranhas e com uma neblina densa, que deixava as pálpebras de Luce pesadas, na maioria das vezes, como se pudessem se fechar a qualquer momento, deixando que no momento em que elas se fecharem o corpo caísse junto ao chão, fazendo com que ela acordasse com o impacto. E onde, em uma noite com o céu totalmente escuro, onde não havia nenhuma estrela sequer, foi nesta noite que aconteceu, aconteceu o inesperado, aconteceu algo que mudaria completamente sua vida.

Em uma floresta escura, com um lago perto dela, um pouco afastado da cidade, foi onde houve um incêndio. Esse cenário invadia a cabeça da garota diversas vezes depois do incidente, e não tinha nada que ela pudesse fazer para tirá-la de lá. E isso trouxe mais sombras para perto dela, as lembranças frequentes de um lugar e de uma noite, que a aterrorizava a qualquer momento. E depois daquilo tinham mais vultos lhe seguindo e lhe assustando. Se espremendo por baixo de portas, percorrendo quilômetros em segundos, tomando conta do tempo, e das lembranças de Luce. Depois de um tempo, depois do que aconteceu perto de uma floresta, a menina começou a vê-las em qualquer lugar e a qualquer momento.

As sombras representam o medo, que aparece em todo o momento, e de repente, invadindo lugares, quebrando barreiras, porém todos falam que isso é coisa de sua cabeça. Ninguém mais vê, apenas você, o que faz tudo ficar mais assustador. Isso também acontece com as sombras de Luce. Isso acontece com ela. Luce sente medo daqueles misteriosos vultos a sua volta, perto dela, mais precisamente, ela sente medo do medo. Medo de sentir medo.

Elas aparecem em qualquer momento, e cada vez conseguem fazer mais coisas com a garota. No começo nunca haviam encostado nela, apenas aparecido de vez em quando, aqui e ali, sem nem chegar perto da garota, mas depois de um tempo começaram a puxá-la, empurrá-la, jogá-la contra paredes, arremessá-la no chão, e até afastá-la daqueles que ama.

As sombras ocupam discretamente todos os momentos felizes de Luce, nos sonhos, nas lembranças, nos sentimentos, e em tudo que ela acredita e que a faz feliz, se escondendo em cada página da história da menina, aterrorizando até os momentos mais bonitos. E quando as sombras finalmente tem forças o suficiente, tomam conta dessa felicidade, aos poucos, tirando dolorosamente tudo o que ela ama de perto dela. Afastando tudo aquilo que pode fazê-la parar de temê-las. Fazendo com que ela fique longe daqueles que podiam protegê-la.

Um dia, assim que entra no internato Sword & Cross, Luce conhece um menino chamado Daniel. Assim que olhou para ele, as sombras tomam conta do lugar. As sombras estavam se movendo por todo lugar, tapando a visão de Luce, do menino, elas estão como se implorando para que ela não prestasse atenção nele. Como se implorando para não cometer o mesmo erro de sempre.

Mas que sempre? Nunca havia visto aquele menino na vida, apesar de sentir que já lhe conhecia, de algum lugar desse longo mundo. Nunca havia falado com ele, apesar de sentir sua voz vibrando dentro de seu peito, apesar de ouvir isso em sua mente. Ela nunca havia visto ele correndo, apesar de saber que ele era bem rápido. Ela nunca havia o abraçado, apesar sentia que quando fizesse isso ela se sentiria voando pelos ares. E no momento em que ela o viu, ela soube que a amava , mas  que não podia amá-lo. E isso a assustou. Sentia que ele lhe escondia alguma coisa, mesmo não o conhecendo. Ela sentia que ele sabia de algo que ela não sabia, ou que, pelo menos não deveria saber. Não podia saber, como se aquilo pudesse prejudicá-la. Como se o conhecimento pudesse ferir alguém. Pode. Sempre pode. E sempre poderá. Principalmente com Lucinda.

“Todos acreditam em alguma coisa.”. E ela acreditava, sim, acreditava, e como acreditava. Acredita que algum dia ela conseguiria afastar aquelas sombras de perto dela. Acreditava que valia a pena lutar pela única coisa que não era traiçoeira, pela única coisa que trazia paz a ela, pela única coisa que as sombras não podiam tirar de perto dela. O amor.

As sombras representam um pouco o medo do que é real, o medo em si, o medo de estar ali naquele momento, e não ser salva, e morrer dentro daquela escuridão. Morrer por aquilo que todos acham que é irreal, morrer por aquilo em que você nunca deveria ter acreditado.

Todos temos medos, coisas que nos assustam, e todos sabemos o que é se sentir sufocado por algo irreal. Se sentir preso por um nada, por algo que não deveria conseguir te manipular, mas quanto mais forte o seu medo é mais ou menos, mais ele consegue mandar em você. Nós temos medo de sofrer por algo que obviamente não existe, ou que pelo menos não deveria existir. Todos nós sabemos o que é saber que algo não vai te fazer mal, que nem as sombras da Luce no começo, que apenas apareciam e não lhe faziam nada. Mas mesmo assim temos medo, e tentamos evitar tudo que faz com que aquele sentimento pare.

“Era difícil de explicar, mas subitamente se deu conta de que, assim como ela, todo mundo tinha um passado. Todos provavelmente escondiam coisas que não queriam dividir. Mas ela não conseguiu concluir se isso a fazia se sentir mais ou menos isolada.” Todos à volta de Luce tinham histórias tão aterrorizantes quanto a de Luce, às vezes até mais, mas que haviam às vencido, e que todos tinham vencido o medo que aqueles lembranças traziam para perto dela. Agora era a vez de Luce, e isso a assustava, como quase qualquer coisa que lhe lembrasse das perseguições que aqueles vultos faziam.

A Lauren Kate apresenta muito bem o medo nas páginas desse livro, e, nas mesmas páginas, Luce vive e conta sua historia, novamente e repetitivamente, depois de 17 anos, que sempre foi a mesma, sempre, apesar de alguns detalhes, que mudam a cada certo tempo. E a cada 17 anos, ela volta. Para reviver tudo aquilo, mais uma vez, na esperança de dessa vez conseguir. Na esperança de dessa vez poder descobrir mais coisas sobre si mesma, e não morrer apenas de ouvir certas palavras. Na esperança de dessa vez poder amá-lo.

Neil Gaiman, “O livro do cemitério “ e o que torna sua obra boa.

Isabelly Mesquita Lustosa

Título do livro:

Autor: Neil Gaiman

Ilustrador (se tiver):

Editora:

Número de páginas:

 

Tese: Neil Gaiman trás um livro absurdamente bom, porque ele faz com que o extraordinário se torne uma coisa normal.

“O Livro do Cemitério”, de  Neil Gaiman, conta sobre o Ninguém, um bebê que fugiu do seu próprio assassinato enquanto o assassino estava matando sua família, de casa foi até um cemitério.

Neil Gaiman traz um livro absurdamente extraordinário. Porque  é um  absurdo, por exemplo, quando o bebê vai  para  um cemitério engatinhando, sabendo que ele mal sabia engatinhar, o autor faz com que isso se torne uma coisa normal. O livro tem um exagero muito grande, que desperta interesse no leitor, que dá uma sensação diferente ao leitor, que faz com que na hora da leitura, ele fique feliz só pelo o fato do  autor  ter tornado aquele absurdo em uma coisa normal.

Neil Gaiman também traz um aspecto sobre as datas dos habitantes, as opiniões dos fantasmas variam de acordo com as várias datas, pois viveram coisas diferentes. E com essa variedade o leitor se pergunta: “Como os fantasmas irão criar  Ninguém, do jeito mais antigo?”. A coisa mais difícil que eles terão que ensinar a Ninguém é como viver dentro do cemitério sem ser visto, pois o perigo está do lado de fora, onde ele pode ser assassinado, e não do lado de dentro, onde está sendo cuidado pelos fantasmas. Como irão responder às perguntas sobre as pessoas que vivem do lado de fora?

 

Para concluir, Neil Gaiman nos traz um livro onde ele consegue  transformar uma coisa que não e real em uma coisa que “pode” acontecer e nosso dia à dia . Essa obra de Neil Gaiman é indicada  para  leitores  que são adultos ou adolescentes

As Aparências Enganam

João Marcello

Ficha Técnica

numero de paginas 316

autor somam chainani

editora gutemberg

O livro “Escola Do Bem E Do Mal”, do autor Soman Chainani, conta a história de duas garotas, Sophie que é linda perfeita e dedicada ao bem, e Agatha que só veste preto e faz coisas más, elas moram em Galvadom onde de quatro em quatro anos duas pessoas são levadas de noite (uma boa e uma má) e são levadas para a escola do bem e do mal, e isso acontece com as protagonistas, porém quando elas acordam pensam que trocaram de escola porque a boa está na escola do mal e a má está na escola do bem e tentam destorcar.

Um dia elas resolvem fugir da escola e acabam em uma torre que era proibida e vem uma pena que começou a escrever uma história, que era a história das duas, então diretor da escola aparece e fala que ele deixa elas irem embora se elas desvendarem um enigma(O que o mal deseja que o bem não vive sem ?), elas desistem e tentam achar outro jeito de sair, mas as duas começam a mudar, Sophie começa a vestir preto e fazer coisas más, enquanto Agatha começa a se arrumar e a sorrir e fazer boas ações.

No dia do baile das duas escolas Sophie manipula os sempre (quem estuda na escola do bem) para atacar os nunca (quem estuda na escola do mal) e Agatha impede as escolas de se matar, e então acaba o livro

O livro “a escola do bem e do mal” representa que as aparências enganam tanto que alguém pode parecer de um jeito e ser totalmente diferente

As meninas são tão enganadas por suas próprias aparências que pensam que são algo que não são, por exemplo quando Agatha consegue realizar seu desejo e a professora Dovey diz: “Você conseguiu fazer seu desejo se tornar realidade um ato que só pode ser feito por alguém com coração puro”.

E quando Sophie tira a magia de um ganso dourado e Castor, um dos professores mais malvados, diz: “o ganso preferiu abrir mão de sua magia ao invés de ajudá-la é o ato mais maléfico que já vi em toda minha vida minha vida” esses dois comentários são coisas surpreendentes porque os dois professores são o extremo de sua matéria e até eles se surpreendem.

Nesse livro é bem fácil perceber que as meninas estão mudando, porque os detalhes estão nas atitudes dos personagens, como na parte em que sophie não ajuda tedros porque acha que ele gostaria assim mas na verdade ela só não quis ajudar por egoísmo.

esse livro é cômico e tem ótimos personagens e uma linguagem como a de um conto de fadas é um bom livro para crianças e adolescentes.

Ou isto ou o livro

                                                                                                                                                                                                                    Felipe  Muro Lebensztajn

Ficha técnica

Título do livro:  Ou isto ou aquilo

Autor: cecília Meireles

Ilustrador (se tiver):

Editora: compania das letrinhas

Número de páginas: 78

 

A obra “Ou isto ou aquilo”, de Cecília Meireles, é uma obra muito bonita, poética, com vários poemas para refletir e divertir crianças e adultos .

     Este livro não é simplesmente um livro infantil para crinças menores, é um livro que mostra muito das  várias fases da vida. Quando uma crinça quer escolher qual brinquedo quer, ou quando um aluno escolher qual materia esdudar, ou quando tem que escolher uma facudade para entrar, ou quando um adulto precisa escolher o nome do filho, ou escolher as escola para os filho, tudo isso são fases que todo mundo vai passar e que uma hora vai ter que escolher “ou isto ou aquilo.”

   Sempre, em qualquer situação da vida, você vai ter que abrir mão das coisas para fazer outras, quando uma criança sai da escolinha e vai para o Ensino Médio ela tem que abrir mão de várias coisa para estudar, ninguém pode ter tudo na vida. A todo o momento as pessoas escolhem entre duas coisas porque a vida e composta por nossas escolhas, e a maioria é ou isto ou aquilo.”Ou se calça luvae não se põe o anel, ou se põe o anel e não se calça luva”

O fato da Cecília meireles ter escrito em forma de poesia  mostra uma beleza , uma forma verdadeira de se expressar, deixa os vários trechos terem uma marca  em  nossas vidas. Uma forma nova de pensar sobre nossos atos, e nossas escolhas. Os contos  fazem com que pareça que não somos simples crianças ou simples aldutos. Ler ideia em prosa e em um poema é totalmente diferente, pois na poesia o leitor percebe a metáfora que o escritor passa e no livro de prosa muitas vezes não percebemos a metáfora que o escritor passa. Concluindo, esse livro e complexo, é dificil, por isso que esse livro pode ser para adultos e não só para crianças menores. Como este trecho que mostra a beleza do poema ” Enquanto chove, bota a chaleira  no fogo: olha a chuva nos feixes de lenha”

A leitura é  construída com exelente poemas, e é  um excelente livro para jovens e adultos. Emocionando e instigando a pensar sobre seus atos da vida.

Demônios do passado

Por: Felipe Lotufo Giavina Bianchi

 

Ficha técnica

Título do livro: Harry Potter e o torneio tri bruxo

Autor: J.K Rowling

Editora: Rocco

Número de páginas: 586

 

O livro “Harry Potter e o torneio tribruxo” é a quarta obra da saga “Harry Potter”,  escrita por J.K Rowling. Neste livro, que se passa em um mundo mágico, onde há várias escolas que tem o objetivo de ensinar crianças dotadas. Hogwarts é a escola de Londres e onde a história se passa. Neste volume, acontece um torneio que não era realizado há muitos anos por causa do risco que ele trazia, neste livro, o campeonato é repetido. Várias escolas são convidadas para participar da competição, um aluno de cada escola é escolhido. Porém o malvado Voldemort, que já foi um bruxo da escola de Hogwarts, volta a escola para tentar restabelecer o caos e matar Harry, pois quando o menino era pequeno o bruxo das trevas foi a sua casa matá-lo e a seus pais, mas, por algum motivo, ele não conseguiu matar Harry e tudo que consegui causar-lhe foi uma cicatriz. Que na história volta a doer quando o “perigo” está por perto. No livro, o campeonato tem várias etapas,  desafios de lutar contra criaturas malignas e labirintos enfeitiçados.

A cicatriz dele volta a doer, e nas noites ele tem pesadelos constantes e reais de Voldemort voltando a Hogwarts e restabelecendo o caos. Sua cicatriz, além de doer fisicamente, é também uma metáfora, pois ele lembra do seu triste e disturbado passado, e nos faz entender que não só sua cicatriz abre, mas também a ferida da morte dos seus pais.

Nesta edição do “Harry Potter” ele revive os seus demônios do passado, quando o Lord voldemort e seus aliados os comensais da morte, voltam e atacam o torneio de quadribol que é um esporte praticado pelos bruxos. Eles matam pessoas, elfos, e destroem tudo, a partir dali, Harry começa a ter visões macabras de Voldemort matando gente, e inclusive, da morte do seus pais.

Apesar desta história ser alegre que quando se lê, você imagina o fantástico e encantador mundo mágico, também é um livro triste em que vemos Harry sofrer por causas do seu passado. Todos os alunos o invejavam, pois ele é importante e ele é um dos escolhidos para o torneio tribruxo, inclusive seu melhor amigo, que muitas vezes fica sem falar com ele, pois ele vem de uma família pobre e não muito importante.

Harry fica incomodado com isso pois a maioria dos outros garotos queriam ser como ele e tudo que ele quer é ser um bruxo normal, como todos os outros, e não ter que lidar com os demônios do seu passado. Podemos perceber isso pelo trecho em que ele conversa com sua amiga e ela diz “Você não percebeu o Rony (amigo do Harry) está com inveja.” e ele responde “eu queria ser normal como qualquer outro bruxo, queria ter pais e uma vida comum”.

“Harry Potter e o torneio tribruxo” é um livro muito divertido, em que há partes engraçadas, porém também há suspense e tensão, e neste livro mais do que em qualquer outro, você fica submerso na história.

Realmente amigo?

Cauan Alves Florêncio

                                                                                                                   

 

Livro: Harry Potter e a pedra filosofal

Editora: Rocco

Autor: JK rowling

Número de páginas: 190

 

No livro “Harry Potter”, de JK rowling, o vilão Voldemort é amigo de Snape que é o professor de artes das trevas, e provavelmente já trabalharam juntos

Harry teve um péssimo passado quando Voldemort mata os pais dele, Harry sobreviveu a magia de Voldemort e quando cresceu foi para Hogwarts (escola de magia).

Em Hogwarts, Harry vôa em vassouras mágicas, aprende arte das trevas e muitas outras aventuras como pode ver neste trecho do livro: “Posso ensinar-lhes a engarrafar fama, a cozinhar glória, até zumbificar”. Em um trecho do livro, nós podemos ver o Snape conversando com o Voldemort na floresta negra fazendo um plano juntos, com certeza não queriam ser vistos, mas Harry consegue vê-los: “Embaixo, na clareira sombria, estava Snape, mas não estava sozinho, Voldemort estava com ele.”Outra evidência de que eles trabalharam juntos é que os dois praticam arte das trevas, e os dois estudaram em Hogwarts como pode ver neste trecho do livro:

“Snape é o professor de artes das trevas”

“Voldemort foi de Sonserina quando estudou aqui.”

Então, como podemos ver durante a resenha, posso concluir que por eles trabalharem juntos e sempre estarem se falando são muito amigos