CAVALO DE GUERRA

Por: Lucca Sonda Galvão da Fonte
6ºE

Título: Cavalo de Guerra
Autor: Michael Morpurgo
Editora: Wmf Martins Fontes
176 P.

O  livro “Cavalo de Guerra” retrata a história de um cavalo cujo o nome é Joey, e seu “dono” Albert, um adolescente que ao longo da obra selou uma grande amizade com o cavalo. Com a primeira guerra mundial chegando, o pai de Albert, um velho bêbado e descontrolado, decide vender o cavalo, pois necessitava de dinheiro. Joey, ao longo da obra, expõe seus sentimentos e pensamentos das coisas ao seu redor.

Quando um cavalo de fazenda é levado para o exército, é preciso treiná-lo para ser um bom cavalo de guerra. Com vários meses de treinamento o nosso bom cavalo já está pronto para a guerra, mas ainda esta morrendo de medo e muito ansioso, como mostra nesse trecho tirado do livro “Cada hora de marcha nos aproximava mais e mais dos distantes disparos de canhão e agora, já noite, o horizonte se iluminava com sinalizadores de cor laranja de extremo ao outro. Eu ouvira tiros de rifle no quartel, e isso não me incomodava nem um pouco, mas o crescente estrondo dos canhões dava-me arrepios de medo e transformava o meu sono numa sessão de pesadelos entrecortados”. O Joey tinha muito medo dos tiros de canhões, mas mesmo assim estava ansioso para começar a guerra.

O foco do livro é a amizade entre um cavalo que foi para a guerra e seu amigo, Albert um adolescente que é o dono do Joey e que sempre protegeu até que com o afastamento da amizade por causa da guerra, mas quando eles se reencontraram tudo ficou calmo novamente, como mostra no trecho retirado do livro “Nos dias eufóricos que se seguiram ao nosso reencontro, o pesadelo que tinha vivido pareceu sumir lentamente na vagueza dos fatos, e de repente a guerra ficou distante e perdeu a importância. Não se ouviam tiros de canhão, e a única coisa que nos fazia lembrar de que o sofrimento e o conflito continuavam em outras partes eram as carroças veterinárias que chegavam da linha de frente” quando eles se reencontraram eles esqueceram de tudo que aconteceu na guerra.

O livro, como dá para perceber em alguns trechos, é inteiramente mostrado pelo ponto de vista de Joey. O cavalo conta toda a história com o pensamento em que ele vê das coisas que acontecem no livro, e por isso nós lendo este livro, sabemos como é o pensamento de um cavalo de fazenda ao ser forçado a ir pra primeira guerra mundial e lutar nela como um cavalo de guerra.

 

UMA AVENTURA ENTRE DOIS MUNDOS

por Maria Fernanda Palma de Almeida
6ºE

Título: Artemis Fowl, o menino prodígio do crime
Autor: Eoin Colfer
Editora: Record
286 p.

A obra de Eoin Colfer, ” Ártemis Fowl, o menino prodígio do crime”, relata por meio da ficção e da fantasia, sobre as habilidades e a astúcia de Artemis, o personagem principal. Que se aventura em um mundo, por um lado mágico, mas perigoso, ao qual não pertence.Na história, o garoto deseja recuperar a fortuna de sua família. E, para isso, é necessário sequestrar a fada Holly Short. Como um meio de ganhar dinheiro. Ação que gera muita aventura e problemas, já que a fada trabalha para a LEPrecon (que é uma unidade, arrojada, de ” exército” das criaturas fantásticas)  e os integrantes dessa unidade querem a sua oficial de volta.  Isso em um livro repleto de aventuras e em  enredo,  onde o leitor viaja entre esses dois mundos. O mantendo a uma distancia igual entre eles.No livro, Ártemis utiliza suas habilidades e sua inteligência como uma forma de superar bravamente as dificuldades que surgem em sua surpreendente aventura. Tais como o perigo. Tendo como efeito que ele se beneficie em, quase, todas as situações. As atitudes incríveis e o enfrentamento de grandes problemas, fazem o leitor se surpreender com o garoto de 12, mas que tem atitudes muito geniais, maduras e surpreendentes  para a sua idade. Isto é comprovado, concretamente na parte em que o comandante Raiz, o chefe da LEPrecon, ao saber do sequestro de Holly, seque os dados do rastreador, que pertence á Short, para a achar. Porém Ártemis já previa isso, então colocou este aparelho dentro de um navio, assim colocando Raiz em um cilada. Consequentemente, Ártemis fascina o leitor com uma atitude muito inteligente explícita nessa situação.

A ficção e a fantasia, presentes no enredo,  fazem o leitor percorrer dois mundos( o imaginário e o real). Além de dar um aspecto, certamente, mais interessante ao livro. Com efeito, a magia torna as qualidades de Ártemis mais evidentes e impressionantes, já que, no mundo fictício, a aventura está sempre muitopresente fazendo com que o personagem principal tenha que utilizar sua aptidão com mais frequência. A fantasia é um excelente aspecto na narrativa, já que faz  leitor soltar a imaginação e ser transportado ao mundo diferente, onde tudo é possível.  Para ilustrar este fato, tem a parte onde um troll, que é uma criatura imaginária que vive, no livro, no mundo das fadas, doendes etc., foge para o mundo dos humanos fazendo com que as criaturas mágicas, pertencentes a Lep, tenham que sair em busca da criatura, assimgerando muitos confrontos e aventuras. É notavél nesta situação a existência de muitas criaturas inexistentes na realidade, além de possuir uma aventura causada pelo Troll a fugir, contudo colocando o mundo das fadas e o dos humanos em risco. Essa ficção faz o leitor refletir sobre muitos aspectos presentes na narrativa, como a relação entre o mundo imaginário e o real.

Este é um livro repleto de ação e riscos que prendem o leitor na narrativa fazendo ele se sentir um dos personagens . Esta obra prazerosa é lotada de descrições que fazem o leitor imaginar tanto os lugares como os personagens. Nesse fascinante livro o leitor é um companheiro de Ártemis Fowl em suas peripécias e em sua jornada no início da adolescência.

RESENHA DO EXTERMINADOR

por Felipe Souza Conrado
6ºE

Título: O jogo do exterminador
Autor: Orson Scott Card
Editora: Devir
394 p.

O livro “O jogo do exterminador” em si mostra diversas morais, que o leitor apreende junto ao personagem.

O livro “O jogo do exterminador” fala sobre um pequeno garoto chamado Ender Wiggin, que é alistado para o exército espacial com seis anos de idade, pois mostra um grande talento. Quando chega na estação, é considerado excluído pelos  chefes e generais, pois é muito pequeno de tamanho e de idade.

Mesmo assim, ele não se entristece, e mostra que mesmo sendo pequeno e jovem ele é melhor que muitas pessoas mais velhas que ele. Isso faz com que o leitor possa ver as características de Ender mesmo sem serem citadas no texto. Durante o livro, Ender vai se tornando um garoto mais velho por dentro, vai fazendo amigos bons e inimigos ruins, mas estes inimigos estão apenas para ensinar outra lição.

O livro mostra uma característica  geral de todos os adultos, o egoismo. Eu como leitor percebi esta característica, pois os adultos mandam Ender fazer coisas que eles saiam na melhor, e Ender, logo percebe isto.

O livro é bom, pois Ender Wiggin tem conflitos em sua vida que consegue resolver de seu jeito, sem ajuda dos adultos que o rejeitam e excluem.

UM LIVRO PARA INFLUENCIAR A IMAGINAÇÃO

por Juliana Ogihara Greco
6º E

PONTE PARA TERABITIA

Título: Ponte para Terabítia
Editora: Salamandra
Autor: Katherine Paterson
160 p.

“Ponte para Terabítia”, de Katherine Paterson, é um livro que nos ensina a imaginar e acreditar em nossa imaginação, a história aponta também vários pontos muito interessantes a serem discutidos como a amizade, fazendo você refletir como anda tratando quem nos ajuda e sempre está conosco.

A escritora do livro nos deixa bem claro que Leslie é a pessoa que tem o objetivo de cultivar a imaginação no livro quando a menina conhece seu futuro melhor amigo, o personagem principal do livro, pois enquanto a história prossegue o mundo de Jess fica parecendo melhor. No começo da história o menino estava passando problemas com família por falta de dinheiro e por ser o único filho homem e ter três outras irmãs, as duas mais velhas acabam o irritando mais, por serem mais velhas e serem garotas que no caso são a maioria.

No começo do livro Jess não conversa com Leslie, mas aos poucos a amizade deles fica mais forte.

Eles acabam achando um lugar desconhecido com uma corda entre rios na qual a menina que também é muito curiosa, decide usar para ir ao outro lado do rio e explorar o lugar que do outro lado continha.

Seu amigo com receio não queria ir já que achou  muito perigoso, mas mesmo assim a curiosa foi, e ele, para não a deixar a menina sozinha, atravessa o rio pela a corda. E eles foram explorando o lugar. Em um ponto havia um lugar alto que mostrava uma grande paisagem e Leslie mostrava ao menino o lugar e dizia que era muito belo, mas o menino não observava nada de mais, não entendia o que a menina falava então Leslie  disse:

“Feche os olhos, mas deixe sua mente bem aberta” e esse trecho do livro mostra que o livro nos ensina a imaginar e acreditar na nossa imaginação, pois logo após ela falar isso o menino que não acreditava faz o que ela disse e começa a ver o lugar de que a menina falava provavelmente porque acreditou na imaginação.

Infelizmente, Leslie indo para Terabítia sem Jess, já que o menino estava visitando um museu com sua professora de música no qual ele é apaixonado, acaba morrendo, por causa da corda velha que se rompe ao meio deixando a menina que queria se distanciar da solidão cair no meio do mar. Essa parte da trama faz refletir que o lugar era deles, e que sem Jess, Leslie  não poderia ir a Terabítia pois o lugar não era para separar os dois e sim unir os dois e que uma amizade só e cultivada quando as duas pessoas se importam com a amizade, que não existe amizade na qual uma pessoa carrega nas costas e a outra se aproveita desse fato, apenas a amizade em que os dois se ajudam a carregar o peso e se sacrificam pelo o outro.

No livro não é só Leslie que cultivava a imaginação Jess também faz o mesmo quando ele se aproxima de sua irmã para não deixar com que tudo que sua amiga o ensinou fosse em vão, para não deixar que ela fosse esquecida. Ele torna sua irmã princesa de Terabítia. Para fazer possível da menina conhecer Terabítia, faz uma ponte para os dois passarem quando quiserem.

A imaginação no livro também faz os personagens se aproximarem, já que Leslie se aproximou de Jess por ter o ensinado a imaginar e May Belle, a princesa de Terabítia, se aproximou do menino por ele ter feito o mesmo que Leslie fez por ele.

Uma história encantadora para quem é um leitor ativo ou que gostaria de refletir sobre assuntos que às vezes não acabamos citando em nossas vidas como amizade e imaginação .

A CARICATURA DE UMA ADOLESCÊNCIA

por  Nathalia Silva Rabinovici
6º E

Título: O menino que caiu no buraco (Col.Barco a Vapor)
Autor: Ivan Jaf
Editora: SM
110 p.

No livro, “o menino que caiu no buraco”  apresenta o tema de adolescência como uma coisa exagerada, fazendo uma caricatura da vida de menino adolescente que sofre bullying pela sua genética.  Uma representação exagerada nos problemas que um adolescente poderia passar, e que afeta o menino, deixando a sensação de sofrimento e tristeza para o leitor, uma coisa que, Ivan Jaf, o autor, fez leitor sentir tudo isso contando a história em primeira pessoa com o propósito de nos fazer sentir o mesmo que o garoto, para que o livro feche com uma sena emocionante, para nós e para o menino. Como na parte em que ele conta como ele sofre o bullying quando seus humildes pais lhe deram objetos escolares feitos de madeira, não de “metal  brilhante” como dos outros alunos da escola, e o garoto nos conta isso falando o como sente vergonha de si mesmo e de seus pais.

O livro inteiro o menino está triste, por vários motivos, mas principalmente por a 1 ano o pai não fala com ele e nem com ninguém, trancado no quarto junto com as felicidades do filho e dele. No trecho: “O menino tinha 13 anos, mas já sabia que um dia bonito não significava nada. Em dias bonitos também aconteciam coisas ruins, porque a natureza não podia ficar prestando atenção á vida das pessoas” nesse trecho mostra o como o menino já perdeu a esperança, e de como suas tristeza o afetou. Nessa parte mostra o como ele está triste e apenas enxerga as coisas ruins de um modo negativo, ao invés de aproveitar o “dia bonito”, mas apesar de tudo isso, essa é exatamente a mensagem que o livro quer passar. E ele fala de um menino que quando estava indo para a escola, e acidentalmente caiu em um buraco. Quando cai no buraco, o menino, acaba tendo qu

e pensar na realidade lá encima, na realidade de antes de cair no buraco, onde todas suas preocupações e sua relação com os pais, vem à tona, onde

 ele acaba relacionando sua vida la em cima e seu momento naquele buraco escuro, onde ele percebe que não é tão diferente do

 que a realidade.

O livro é como uma caricatura de uma adolescência vivida do pior jeito, e o personagem principal pensa o mesmo que nós os leitores, que no começo o autor faz isso acontecer, mostrando a miséria do menino, porém quando nós percebemos a reação dele dentro do buraco e de como ele percebe que sua vida não era tão diferente do que dentro do buraco, relacionando algumas ações do cotidiano, como o quanto ele come diariamente e o quanto ele come no buraco e o como não é muito diferente, o que nos faz pensar mais ainda no sofrimento dele. Mas então, quando o menino resolve sair do buraco, ele apenas consegue por conta das coisas que seu pai o ensinou e o deu, como os objetos escolares de madeira, que no colégio o fazia sentir vergonha e ser envergonhado, assim o ajudou a sair dali, o que obviamente o salvou. Quando o menino percebe isso, volta para casa e lá vai correndo se juntar ao pai, uma demonstração de carinho e orgulho por ter um pai e uma mãe que o ensinara coisas que nenhum dos outros pais dos alunos jamais conseguiriam ensinar, por ter pais que conseguiram o salvar de uma situação de desespero, mesmo não estando com o filho no momento.

Ou seja, uma história sobre a relação de uma garoto muito esperto, com seus pais, que o ensinaram a  ser assim, e que durante boa parte do livro, quando ele cai no buraco, o que o salvou foi  educação que os pais o deram.

FUMAÇA NA MENTE

Titulo: “Fumaça”
Autor: Antón Fortes
Ilustrador: Joanna Concejo
Editora: Positivo
40 p.

O livro “Fumaça” conta a história de um garoto misterioso que vive um dos vícios do mundo, a guerra. O autor conta a história da visão de uma criança sobre a guerra, ele mostra como uma coisa tão sofrida, para uma pequeno ser humano é algo tão simples, o garoto vai levando na brincadeira, enquanto a mãe vai adiando cada vez mais a mentira de que eles estão em uma guerra, ex: O pai da criança acaba desaparecendo no campo de concentração e a mãe vai fingindo que ele só saiu para trabalhar.

Mas mesmo assim o conto não fica fácil, ele deixa o conto mais difícil, o autor faz o leitor pensar, principalmente quando algo importante aparece na história, faz com que o leitor reflita em toda a guerra que o mundo criou e que ele deve fazer a sua parte, pois a única guerra que uma pessoa deve lutar e a guerra do dia a dia.

O pequeno menino acaba vivendo uma mentira que adia cada vez mas a confusão em sua cabeça, um trecho que mostra muito a mentira é esse: “Hoje perguntei para mamãe aonde papai havia ido. Ela me disse que papai havia ido fazer compras, comecei a rir e disse que quando ele chegasse com as compras eu iria ajuda- lo, pois poderiam estar muito pesadas, e ele não iria aguentar…”.

Esse trecho mostra muito isso, pois a mãe fala que o pai havia ido apenas fazer compras, e isso é uma mentira, pois o pai havia morrido.

O autor não usa tantos detalhes para o personagem primário, mas utiliza detalhes para personagens secundários, como o menino chamado Vadio que é como se fosse o melhor e único amigo do menino naquele local.

O pequenino conta o dia a dia da guerra, como se fosse o dia a dia de sua vida, um trecho que mostra muito essa simplicidade é esse: “Hoje Vadio e eu estávamos levando água para os homens, o Vadio derrubou tudo sem querer, pois não era tão forte, então os homens bateram nele…”

Outro trecho que mostra esse jeito de levar as coisas, é esse: “Hoje as mulheres que estavam com a minha mãe esconderam eu e o Vadio, para que os homens não nos encontracem, nós estávamos brincando de esconde – esconde, ai eu e o Vadio encostamos na parede e fomos campeões”

Nos dois trechos mostra o pensamento da criança, como é simples e feliz. O que ajuda muita a criança a não ter pensamentos ruins é o fato dela não saber a onde ela esta.

O narrador é o próprio menino, então é muito mais interessante a sensação de primeira pessoa, pois você se coloca no lugar da criança.

Por: Vitor Afonso Pimentel

SUA REAÇÃO PODE SE DIFERENCIAR NO FUNDO DO POÇO

por Beatriz Gomes Lallo
6ºE

Título: Sete contos de arrepiar
Autor: Flavio Morais
Ilustrador: Julio Cesar  Carvalho
Editora: ROCCO
48 p.

A obra “Sete contos de arrepiar”, do autor Flavio Morais, mostra vários tipos de terror, que se apresentam em forma de pequenos contos, todos em que tem um enredo para que gere medo, mas sempre de modos diferentes, normalmente mudando os personagens, o cenário, as vezes a linguagem, os tipos de narrativa, as vezes até outras coisas. Assim você pode reagir de formas diferentes em cada conto, dependendo do seu medo e do que não tem medo.

O livro tem vários contos, que são bem diferentes, mas se pensarmos bem não são tanto, pois todos abordam o tema de terror mas  mesmo assim como há a mudança de cenários, personagens, conflito, linguagem e narrativa, como por exemplo o cenário pode ser uma vila em um conto e no outro floresta, os personagens de um conto são camponeses e em outro são ladrões a historia acaba seguindo outro rumo, assim se tornando diferente, ou até muito diferentes. Como por exemplo, nomes dos contos que aparecem no livro:

1.  O plano do capeta

2.  A lição da caveira

3.  O cão-de-espeto

4.  Forró no inferno

5.  Uma noite muito estranha

6.  A ave e o caçador

7.  O poço

Com os contos já conseguimos perceber uma semelhança, que é que todos já pelo nome da para perceber que o tema será terror, mas também conseguimos descobrir que vão ser terrores representados de uma forma bem diferentes. Esses nomes de contos já nos mostram muitas diferença, mas ao mesmo tempo todos “querem” nos gerar um certo medo, que quando lemos os variados titulos do livro,  já temos a ideia de como vai ser esse enredo, no caso de terror, mas um medo diferente para cada pessoa,  por que de acordo com o que você  teme você terá mais medo em alguns contos do que em outros,  assim gerando diferentes reações no leitor durante a leitura de cada conto.

Mas o conto que eu mais gostei foi o “O plano do capeta”, pois mesmo que eu tenha me assustado um pouco, não me arrepiei tanto, e achei uma historia muito interessante, que fala um pouco do terror, mas também fala da superação de uma coisa ruim. Mas outra pessoa pode reagir de forma diferente ao conto, com isso não gostar, as vezes porque ficou com muito medo ou até não gostou da historia.

Como no livro dependendo do conto, o terror é representado de uma maneira diferente uma mesma pessoa pode tremer de medo de um dos contos mas já no outro achar que é uma canção de ninar ( pode ter diferentes reações com enredos diferentes). Com por exemplo:

Uma pessoa que tem medo do capeta, Já quando lê o titulo “O plano do capeta” já começa a ter medo, e quando chega no trecho: ”Que diabo é isso?, pensou. Olhou para o céu. Uma lua redonda pendia bem no meio. Era  meia-noite. A algazarra foi, aos poucos se aproximando. Eram gritos, gemidos, gargalhadas estridentes. Afastou as folhas da moita e avistou, no centro duma clareira rodeada de frondosas árvores, uma estranha reunião de seres esquisitos, diferente de tudo que já tinha visto. Era um bando de criaturas negras, com enormes asas de morcego, chifres e olhos de fogo. Estavam sentado em círculo. Nesse momento chegou, em meio a um grande estrondo, um ser bem mais alto que as demais criaturas. Carregava consigo um tridente. Imediatamente todos se calaram e o maioral falou: …” Nessa hora a pessoa já estaria tremendo de medo, pois com o resto das informações já daria para perceber que tinha muita chance de ser o capeta e essa pessoa tem medo do capeta.

A mesma pessoa, quando Lê o titulo “O poço” não tem nenhuma reação muito forte, e quando chega no trecho:”Começaram o trabalho. Os homens batiam no chão duro  com a chibanca e a picareta, usando o resto de força que ainda possuíam e pedindo a deus que lhes mudasse o destino cruel.Queriam descobrir água e talvez fugir do jugo do coronel; mas nada. A única água que se via era os pingos de suor que lhes brotava no rosto esquálidos. Assim se passam vários dias.” Mesmo com todo o contexto da historia essa pessoa não sentiria tanto medo, pois o medo dela não é pessoas que ficam sem tomar água.

Isso quer disser, que dependendo do seu medo ou até mesmo de você a sua reação, com os diferentes tipos de contos pode ser como se um fosse muito mais assustador do que o outro, só por causa do seu medo e também pode ser diferente da reação de uma outra pessoa, dependendo do que ela sente medo ou como ela lida com certas coisas, pode ser  diferente de você, assim ela pode ter medo de uma  historia que você tem medo e você pode ter medo de uma outra historia que ela não tem medo, ou talvez uma tenha menos medo que a outra.

A coisa mais divertida desse livro é que você pode ter varias reações com a mudança de enredo, então mesmo que não goste de um conto tem chance de gostar de outros ou não sentiu medo em um mas nos outros se arrepiou.

O autor, Flavio morais,  quer transmitir a ideia, de que o livro é um mar de medos e assombrações, os contos são varias ondas que parecem ser diferentes, mas se observarmos bem, são muito parecidas, só precisamos ser bons leitores, para conseguir desvendar todos os segredo de uma boa literatura de um adimirável livro com vários contos de arrepiar, arrepiar até um morto vivo.

 

O LIVRO QUE SE VÊ – GON – DESCE O RIO

por Luan Marques de Góes Nogueira
6ºE

Título: Gon – Desce o rio
Autor: Masashi Tanaka
Editora: Conrad
Ilustrador: Masashi Tanaka
160 p.

O livro ” Gon – Desce o rio ” representa o nosso mundo, assim como os outros dois livros da série ” Gon ” que foram publicados pela Conrad no Brasil, de uma forma sem contato humano, falas ou legendas e com ótimas ilustrações em todos os quadrinhos de todas as páginas do livro.

 

O livro ” Gon – Desce o rio “, reúne quatro histórias e reflete a vida de um pequeno dinossauro ” Gon “. Ele é mais apropriado para o publico infantil, mas também atraí pessoas de todas as idade que gostam de Mangá.

Gon é um pequeno dinossauro com poderes absurdos que vive várias aventuras. Sua força e tão grande que ele pode derrubar uma árvore enorme com uma cabeçada,  jogar um lobo ou qualquer animal a um quilometro usando, também, sua potente ” cabecinha “. Ele também tem um super salto que lhe lança com velocidade e que pode atravessar um canyon com um salto. Ele adora comer.

Uma coisa que pensamos na leitura é que esse Mangá é semelhante a um conto fantástico, pois como um filhote teria uma força tão forte, com um pulo extremamente forte que lhe lança com uma velocidade absurda e o faz atravessar montes e lagos.

Ao longo do livro, ainda pensamos num fato semelhante, em que um animal instinto e completamente fora do normal pode estar na história, mas um humano não, isso torna os Mangás Gon únicos.

Diferentemente de outros mangás em que e difícil, Gon nos dá facilidade para entender a história. No livro Gon não existem falas, legendas, resumindo, nenhuma palavra, mas o autor-ilustrador ” Masashi Tanaka ” usa os seus maravilhosos e talentosos traços e ilustrações, o que nos faz conseguir entender a história claramente.

O livro ” Gon – Desce o rio ” faz com que nós descubramos um mundo novo e que não conhecemos muito bem, acompanhando histórias de um jeito diferente,  isto é interpretando. Pois o livro inteiro se passa em um lugar não muito visitado pelos humanos, o mundo natural e não urbano

Esse livro nos faz pensar que praticamente ” Não se lê Gon, se vê Gon “.

 

 

A série ” Gon ”  é do gênero Mangá e Infantil. Um livro muito legal, e em que interpretamos muitas coisas e vemos varias coisas novas, diferentemente de outros livros.

MAZER RUNNER

por Pedro Nomura
6ºE

Título: Maze Runner
Autor: James Dashner
Editora: V&R
426 p.

O livro “Maze Runner – correr ou morrer” se trata de dois temas principais, trabalhar em equipe, todos fazendo sua parte e nunca, nunca desistir são os segredos para a sobrevivência. O livro demonstra isso com o tema de ação e aventura e com mortes, violência e até em algumas partes, muito tenso.

Os “clareanos”, adolescentes que moram na “clareira” cercada por um enorme labirinto, não lembram de sua vida antes de serem mandados para o labirinto, que durante a noite é impossível de sobreviver, por causa do verdugos, monstros enormes parte animal, parte robótica. Sem o trabalho em equipe, não teriam sobrevivido durante os três anos que viveram lá, sem achar uma saída, muitos morreram, mas continuaram trabalhando, graças a principal regra na clareira, NUNCA vá até o labirinto, a não ser que você seja um corredor, pessoas que andam pelo labirinto durante o dia o fazem mapas para decora-lo. Mas não é tão fácil quanto parece, além de do labirinto ser gigantesco, ele muda todas as noites até que Thomas, o penúltimo a ser mandado para a clareira e o primeiro a sobreviver a uma noite no labirinto, descobre um padrão, pelos mapas, que outros corredores fizerem durante três longos anos.

 A  única pessoa a ser mandada a clareira depois dele foi Teresa, a primeira menina a ser mandada, com um bilhete escrito “Essa é a última”. depois disso tudo começou a dar errado, como não vierem mais calouros, ou “trolhos” como chamam no livro,( na clareira tinham um vocabulário um pouco diferente) não aparecer mais suprimentos, para eles plantarem e viverem, tendo eles que viver apenas com suas plantações sem luz, durante uma semana, por causa do Sol desaparecer. Mas Thomas era especial, conseguiu se lembrar de sua antiga vida, antes do labirinto e da clareira, mas apenas vagas lembranças. Aquilo era o suficiente para tentar  fugir, em suas lembranças, descobre que o labirinto era apenas um teste, todos eram especiais, mais inteligentes. O objetivo era ver como eles reagiam a variáveis, não podiam desistir senão todos iriam morrer. “ – Como eu disse, eles queriam nos testar, ver como reagiríamos ao que chamam de variáveis, e a um problema que não tem solução. Ver se seríamos capazes de trabalhar juntos… desenvolver uma comunidade mesmo. Providenciaram tudo para nós, e propuseram o problema na forma de um dos enigmas mais conhecidos da civilização: O labirinto. Tudo isso contribuiu para nos fazer pensar que haveria uma solução, só para nos encorajar a trabalhar com o máximo de afinco, ao mesmo tempo que o nosso desânimo por não encontrar uma saída ia aumentando.” “ – O que estou  dizendo é que: não existe uma solução. Todos começaram a falar, as perguntas se sobrepondo uma as outras.  Thomas ergueu as mãos de novo, desejando apenas poder incutir os seus pensamentos no cérebro de cada um dos presentes. – Estão vendo? A reação de vocês só prova o que estou dizendo. A maioria das pessoas já teriam desistido. Mas eu acho que somos diferentes. Não admitimos que um problema não possa ser resolvido… ainda mais quando é algo tão simples como um labirinto. E continuamos lutando não importa quanto pareça inútil.” Esse trecho do livro mostra como nenhuma pessoa teria ido tão longe quanto eles foram, nunca desistiram.

Todo esse trama para todos, ou pelo menos a maioria, conseguir fugir daquele terrível lugar onde viviam para voltar para suas casas e se vingarem das pessoas que os botaram naquele lugar. Isso tudo é muito interessante e te prende ao livro, você não quer parar de ler e quando acaba, quer ler as continuações pois essa é uma série de 5 livros, mas acredite você vai acabar muito rápido. James Dashner, o autor desse e da incrível série “Maze Runner” consegue dizer que o trabalho em equipe é o mais importante para a sobrevivência como um ótimo livro como esse,  fazemos exatamente isso na vida real, precisamos que cada um faça sua parte para vivermos.

 

PREFIRO MORRER DO QUE PERDER A VIDA

por Gael Zaher
6ºE

Título: Death Note
Autor: Tsugumi Ohba
Ilustrador: Takeshi Obata
50 p. (60 volumes)

Death Note Death Note, conta a historia de um estudante chamado Light Yagami, que indo para a Escola vê um caderno escrito Death Note em sua frente. Ele pega o caderno que na contra capa dizia”O humano que tiver o nome escrito nesse caderno morrera.” Light Yagami vê um criminoso que assalta uma mulher. Light Yagami escreve o nome do assaltante no caderno, e o bandido se joga de um predio, depois de 40 segundos. Depois disso, L, um detetive reconhecido pela interpol e FBI, chma Light Yagami de Kira L descobre a localização de Kira em Kanto no Japão. Kira se diz deus do novo mundo. Kira quer se tornar um verdadeiro shinigami(Um deus da morte). L fica amigo de Light Yagami, e mais tarde tem certeza que Light Yagami é o Kira. depois, Light Yagami fica demoníaco e começa a matar assaltantes em aça dentro de cadeiais e na rua. Depois de 5 dias com o caderno o verdadeiro proprietário Ruyk(Um shinigami) Fala que deixou cair da terra, Light Fala que quer purficar o mundo de todo o mal.Na história, o “Death Note” é um caderno, normalmente de capa preta, e que tem seu nome escrito na parte frontal dele. Esse caderno tem a capacidade de matar qualquer pessoa apenas se os nomes destas pessoas forem escritos nele enquanto o portador visualizar mentalmente o rosto de quem quer assassinar Normalmente os nomes das pessoas que são escritos no caderno morrem de um ataque cardíaco depois de quarenta segundos, a menos que se especifique a causa da morte antes de 6 min. e 40 segundos. Os shinigamis são os portadores originais dos Death Notes e graças aos seus olhos podem matar as pessoas facilmente, já que lhes permitem ver o nome verdadeiro e o tempo que lhes resta da vida deles. Os shinigamis, por serem deuses da morte, não podem ser vistos por pessoas normais ao menos que elas tenham tocado em seu Death Note. Quando Ryuk eixou o seu Death Note na Terraele escreveu as instruções sobre o seu uso,assim, Light Yagami aprende a usá-lo instantaneamente ao encontrá-lo, mas no decorrer da série, aparecem outras regras. No mangá, cada capítulo contém uma página especial com as regras do Death Note,enquanto que no anime, em cada pausa — geralmente duas por episódio — se informa uma regra de como usá-lo. No momento em que um humano portador de um Death Note renuncia a este, ou o caderno é destruído, ou essa pessoa perde todas as lembranças relacionadas ao caderno automaticamente, mas se a pessoa o tocá-lo novamente, as lembranças retornarão.