UM LIVRO PARA INFLUENCIAR A IMAGINAÇÃO

por Juliana Ogihara Greco
6º E

PONTE PARA TERABITIA

Título: Ponte para Terabítia
Editora: Salamandra
Autor: Katherine Paterson
160 p.

“Ponte para Terabítia”, de Katherine Paterson, é um livro que nos ensina a imaginar e acreditar em nossa imaginação, a história aponta também vários pontos muito interessantes a serem discutidos como a amizade, fazendo você refletir como anda tratando quem nos ajuda e sempre está conosco.

A escritora do livro nos deixa bem claro que Leslie é a pessoa que tem o objetivo de cultivar a imaginação no livro quando a menina conhece seu futuro melhor amigo, o personagem principal do livro, pois enquanto a história prossegue o mundo de Jess fica parecendo melhor. No começo da história o menino estava passando problemas com família por falta de dinheiro e por ser o único filho homem e ter três outras irmãs, as duas mais velhas acabam o irritando mais, por serem mais velhas e serem garotas que no caso são a maioria.

No começo do livro Jess não conversa com Leslie, mas aos poucos a amizade deles fica mais forte.

Eles acabam achando um lugar desconhecido com uma corda entre rios na qual a menina que também é muito curiosa, decide usar para ir ao outro lado do rio e explorar o lugar que do outro lado continha.

Seu amigo com receio não queria ir já que achou  muito perigoso, mas mesmo assim a curiosa foi, e ele, para não a deixar a menina sozinha, atravessa o rio pela a corda. E eles foram explorando o lugar. Em um ponto havia um lugar alto que mostrava uma grande paisagem e Leslie mostrava ao menino o lugar e dizia que era muito belo, mas o menino não observava nada de mais, não entendia o que a menina falava então Leslie  disse:

“Feche os olhos, mas deixe sua mente bem aberta” e esse trecho do livro mostra que o livro nos ensina a imaginar e acreditar na nossa imaginação, pois logo após ela falar isso o menino que não acreditava faz o que ela disse e começa a ver o lugar de que a menina falava provavelmente porque acreditou na imaginação.

Infelizmente, Leslie indo para Terabítia sem Jess, já que o menino estava visitando um museu com sua professora de música no qual ele é apaixonado, acaba morrendo, por causa da corda velha que se rompe ao meio deixando a menina que queria se distanciar da solidão cair no meio do mar. Essa parte da trama faz refletir que o lugar era deles, e que sem Jess, Leslie  não poderia ir a Terabítia pois o lugar não era para separar os dois e sim unir os dois e que uma amizade só e cultivada quando as duas pessoas se importam com a amizade, que não existe amizade na qual uma pessoa carrega nas costas e a outra se aproveita desse fato, apenas a amizade em que os dois se ajudam a carregar o peso e se sacrificam pelo o outro.

No livro não é só Leslie que cultivava a imaginação Jess também faz o mesmo quando ele se aproxima de sua irmã para não deixar com que tudo que sua amiga o ensinou fosse em vão, para não deixar que ela fosse esquecida. Ele torna sua irmã princesa de Terabítia. Para fazer possível da menina conhecer Terabítia, faz uma ponte para os dois passarem quando quiserem.

A imaginação no livro também faz os personagens se aproximarem, já que Leslie se aproximou de Jess por ter o ensinado a imaginar e May Belle, a princesa de Terabítia, se aproximou do menino por ele ter feito o mesmo que Leslie fez por ele.

Uma história encantadora para quem é um leitor ativo ou que gostaria de refletir sobre assuntos que às vezes não acabamos citando em nossas vidas como amizade e imaginação .

A CARICATURA DE UMA ADOLESCÊNCIA

por  Nathalia Silva Rabinovici
6º E

Título: O menino que caiu no buraco (Col.Barco a Vapor)
Autor: Ivan Jaf
Editora: SM
110 p.

No livro, “o menino que caiu no buraco”  apresenta o tema de adolescência como uma coisa exagerada, fazendo uma caricatura da vida de menino adolescente que sofre bullying pela sua genética.  Uma representação exagerada nos problemas que um adolescente poderia passar, e que afeta o menino, deixando a sensação de sofrimento e tristeza para o leitor, uma coisa que, Ivan Jaf, o autor, fez leitor sentir tudo isso contando a história em primeira pessoa com o propósito de nos fazer sentir o mesmo que o garoto, para que o livro feche com uma sena emocionante, para nós e para o menino. Como na parte em que ele conta como ele sofre o bullying quando seus humildes pais lhe deram objetos escolares feitos de madeira, não de “metal  brilhante” como dos outros alunos da escola, e o garoto nos conta isso falando o como sente vergonha de si mesmo e de seus pais.

O livro inteiro o menino está triste, por vários motivos, mas principalmente por a 1 ano o pai não fala com ele e nem com ninguém, trancado no quarto junto com as felicidades do filho e dele. No trecho: “O menino tinha 13 anos, mas já sabia que um dia bonito não significava nada. Em dias bonitos também aconteciam coisas ruins, porque a natureza não podia ficar prestando atenção á vida das pessoas” nesse trecho mostra o como o menino já perdeu a esperança, e de como suas tristeza o afetou. Nessa parte mostra o como ele está triste e apenas enxerga as coisas ruins de um modo negativo, ao invés de aproveitar o “dia bonito”, mas apesar de tudo isso, essa é exatamente a mensagem que o livro quer passar. E ele fala de um menino que quando estava indo para a escola, e acidentalmente caiu em um buraco. Quando cai no buraco, o menino, acaba tendo qu

e pensar na realidade lá encima, na realidade de antes de cair no buraco, onde todas suas preocupações e sua relação com os pais, vem à tona, onde

 ele acaba relacionando sua vida la em cima e seu momento naquele buraco escuro, onde ele percebe que não é tão diferente do

 que a realidade.

O livro é como uma caricatura de uma adolescência vivida do pior jeito, e o personagem principal pensa o mesmo que nós os leitores, que no começo o autor faz isso acontecer, mostrando a miséria do menino, porém quando nós percebemos a reação dele dentro do buraco e de como ele percebe que sua vida não era tão diferente do que dentro do buraco, relacionando algumas ações do cotidiano, como o quanto ele come diariamente e o quanto ele come no buraco e o como não é muito diferente, o que nos faz pensar mais ainda no sofrimento dele. Mas então, quando o menino resolve sair do buraco, ele apenas consegue por conta das coisas que seu pai o ensinou e o deu, como os objetos escolares de madeira, que no colégio o fazia sentir vergonha e ser envergonhado, assim o ajudou a sair dali, o que obviamente o salvou. Quando o menino percebe isso, volta para casa e lá vai correndo se juntar ao pai, uma demonstração de carinho e orgulho por ter um pai e uma mãe que o ensinara coisas que nenhum dos outros pais dos alunos jamais conseguiriam ensinar, por ter pais que conseguiram o salvar de uma situação de desespero, mesmo não estando com o filho no momento.

Ou seja, uma história sobre a relação de uma garoto muito esperto, com seus pais, que o ensinaram a  ser assim, e que durante boa parte do livro, quando ele cai no buraco, o que o salvou foi  educação que os pais o deram.

SUA REAÇÃO PODE SE DIFERENCIAR NO FUNDO DO POÇO

por Beatriz Gomes Lallo
6ºE

Título: Sete contos de arrepiar
Autor: Flavio Morais
Ilustrador: Julio Cesar  Carvalho
Editora: ROCCO
48 p.

A obra “Sete contos de arrepiar”, do autor Flavio Morais, mostra vários tipos de terror, que se apresentam em forma de pequenos contos, todos em que tem um enredo para que gere medo, mas sempre de modos diferentes, normalmente mudando os personagens, o cenário, as vezes a linguagem, os tipos de narrativa, as vezes até outras coisas. Assim você pode reagir de formas diferentes em cada conto, dependendo do seu medo e do que não tem medo.

O livro tem vários contos, que são bem diferentes, mas se pensarmos bem não são tanto, pois todos abordam o tema de terror mas  mesmo assim como há a mudança de cenários, personagens, conflito, linguagem e narrativa, como por exemplo o cenário pode ser uma vila em um conto e no outro floresta, os personagens de um conto são camponeses e em outro são ladrões a historia acaba seguindo outro rumo, assim se tornando diferente, ou até muito diferentes. Como por exemplo, nomes dos contos que aparecem no livro:

1.  O plano do capeta

2.  A lição da caveira

3.  O cão-de-espeto

4.  Forró no inferno

5.  Uma noite muito estranha

6.  A ave e o caçador

7.  O poço

Com os contos já conseguimos perceber uma semelhança, que é que todos já pelo nome da para perceber que o tema será terror, mas também conseguimos descobrir que vão ser terrores representados de uma forma bem diferentes. Esses nomes de contos já nos mostram muitas diferença, mas ao mesmo tempo todos “querem” nos gerar um certo medo, que quando lemos os variados titulos do livro,  já temos a ideia de como vai ser esse enredo, no caso de terror, mas um medo diferente para cada pessoa,  por que de acordo com o que você  teme você terá mais medo em alguns contos do que em outros,  assim gerando diferentes reações no leitor durante a leitura de cada conto.

Mas o conto que eu mais gostei foi o “O plano do capeta”, pois mesmo que eu tenha me assustado um pouco, não me arrepiei tanto, e achei uma historia muito interessante, que fala um pouco do terror, mas também fala da superação de uma coisa ruim. Mas outra pessoa pode reagir de forma diferente ao conto, com isso não gostar, as vezes porque ficou com muito medo ou até não gostou da historia.

Como no livro dependendo do conto, o terror é representado de uma maneira diferente uma mesma pessoa pode tremer de medo de um dos contos mas já no outro achar que é uma canção de ninar ( pode ter diferentes reações com enredos diferentes). Com por exemplo:

Uma pessoa que tem medo do capeta, Já quando lê o titulo “O plano do capeta” já começa a ter medo, e quando chega no trecho: ”Que diabo é isso?, pensou. Olhou para o céu. Uma lua redonda pendia bem no meio. Era  meia-noite. A algazarra foi, aos poucos se aproximando. Eram gritos, gemidos, gargalhadas estridentes. Afastou as folhas da moita e avistou, no centro duma clareira rodeada de frondosas árvores, uma estranha reunião de seres esquisitos, diferente de tudo que já tinha visto. Era um bando de criaturas negras, com enormes asas de morcego, chifres e olhos de fogo. Estavam sentado em círculo. Nesse momento chegou, em meio a um grande estrondo, um ser bem mais alto que as demais criaturas. Carregava consigo um tridente. Imediatamente todos se calaram e o maioral falou: …” Nessa hora a pessoa já estaria tremendo de medo, pois com o resto das informações já daria para perceber que tinha muita chance de ser o capeta e essa pessoa tem medo do capeta.

A mesma pessoa, quando Lê o titulo “O poço” não tem nenhuma reação muito forte, e quando chega no trecho:”Começaram o trabalho. Os homens batiam no chão duro  com a chibanca e a picareta, usando o resto de força que ainda possuíam e pedindo a deus que lhes mudasse o destino cruel.Queriam descobrir água e talvez fugir do jugo do coronel; mas nada. A única água que se via era os pingos de suor que lhes brotava no rosto esquálidos. Assim se passam vários dias.” Mesmo com todo o contexto da historia essa pessoa não sentiria tanto medo, pois o medo dela não é pessoas que ficam sem tomar água.

Isso quer disser, que dependendo do seu medo ou até mesmo de você a sua reação, com os diferentes tipos de contos pode ser como se um fosse muito mais assustador do que o outro, só por causa do seu medo e também pode ser diferente da reação de uma outra pessoa, dependendo do que ela sente medo ou como ela lida com certas coisas, pode ser  diferente de você, assim ela pode ter medo de uma  historia que você tem medo e você pode ter medo de uma outra historia que ela não tem medo, ou talvez uma tenha menos medo que a outra.

A coisa mais divertida desse livro é que você pode ter varias reações com a mudança de enredo, então mesmo que não goste de um conto tem chance de gostar de outros ou não sentiu medo em um mas nos outros se arrepiou.

O autor, Flavio morais,  quer transmitir a ideia, de que o livro é um mar de medos e assombrações, os contos são varias ondas que parecem ser diferentes, mas se observarmos bem, são muito parecidas, só precisamos ser bons leitores, para conseguir desvendar todos os segredo de uma boa literatura de um adimirável livro com vários contos de arrepiar, arrepiar até um morto vivo.

 

O LIVRO QUE SE VÊ – GON – DESCE O RIO

por Luan Marques de Góes Nogueira
6ºE

Título: Gon – Desce o rio
Autor: Masashi Tanaka
Editora: Conrad
Ilustrador: Masashi Tanaka
160 p.

O livro ” Gon – Desce o rio ” representa o nosso mundo, assim como os outros dois livros da série ” Gon ” que foram publicados pela Conrad no Brasil, de uma forma sem contato humano, falas ou legendas e com ótimas ilustrações em todos os quadrinhos de todas as páginas do livro.

 

O livro ” Gon – Desce o rio “, reúne quatro histórias e reflete a vida de um pequeno dinossauro ” Gon “. Ele é mais apropriado para o publico infantil, mas também atraí pessoas de todas as idade que gostam de Mangá.

Gon é um pequeno dinossauro com poderes absurdos que vive várias aventuras. Sua força e tão grande que ele pode derrubar uma árvore enorme com uma cabeçada,  jogar um lobo ou qualquer animal a um quilometro usando, também, sua potente ” cabecinha “. Ele também tem um super salto que lhe lança com velocidade e que pode atravessar um canyon com um salto. Ele adora comer.

Uma coisa que pensamos na leitura é que esse Mangá é semelhante a um conto fantástico, pois como um filhote teria uma força tão forte, com um pulo extremamente forte que lhe lança com uma velocidade absurda e o faz atravessar montes e lagos.

Ao longo do livro, ainda pensamos num fato semelhante, em que um animal instinto e completamente fora do normal pode estar na história, mas um humano não, isso torna os Mangás Gon únicos.

Diferentemente de outros mangás em que e difícil, Gon nos dá facilidade para entender a história. No livro Gon não existem falas, legendas, resumindo, nenhuma palavra, mas o autor-ilustrador ” Masashi Tanaka ” usa os seus maravilhosos e talentosos traços e ilustrações, o que nos faz conseguir entender a história claramente.

O livro ” Gon – Desce o rio ” faz com que nós descubramos um mundo novo e que não conhecemos muito bem, acompanhando histórias de um jeito diferente,  isto é interpretando. Pois o livro inteiro se passa em um lugar não muito visitado pelos humanos, o mundo natural e não urbano

Esse livro nos faz pensar que praticamente ” Não se lê Gon, se vê Gon “.

 

 

A série ” Gon ”  é do gênero Mangá e Infantil. Um livro muito legal, e em que interpretamos muitas coisas e vemos varias coisas novas, diferentemente de outros livros.

MAZER RUNNER

por Pedro Nomura
6ºE

Título: Maze Runner
Autor: James Dashner
Editora: V&R
426 p.

O livro “Maze Runner – correr ou morrer” se trata de dois temas principais, trabalhar em equipe, todos fazendo sua parte e nunca, nunca desistir são os segredos para a sobrevivência. O livro demonstra isso com o tema de ação e aventura e com mortes, violência e até em algumas partes, muito tenso.

Os “clareanos”, adolescentes que moram na “clareira” cercada por um enorme labirinto, não lembram de sua vida antes de serem mandados para o labirinto, que durante a noite é impossível de sobreviver, por causa do verdugos, monstros enormes parte animal, parte robótica. Sem o trabalho em equipe, não teriam sobrevivido durante os três anos que viveram lá, sem achar uma saída, muitos morreram, mas continuaram trabalhando, graças a principal regra na clareira, NUNCA vá até o labirinto, a não ser que você seja um corredor, pessoas que andam pelo labirinto durante o dia o fazem mapas para decora-lo. Mas não é tão fácil quanto parece, além de do labirinto ser gigantesco, ele muda todas as noites até que Thomas, o penúltimo a ser mandado para a clareira e o primeiro a sobreviver a uma noite no labirinto, descobre um padrão, pelos mapas, que outros corredores fizerem durante três longos anos.

 A  única pessoa a ser mandada a clareira depois dele foi Teresa, a primeira menina a ser mandada, com um bilhete escrito “Essa é a última”. depois disso tudo começou a dar errado, como não vierem mais calouros, ou “trolhos” como chamam no livro,( na clareira tinham um vocabulário um pouco diferente) não aparecer mais suprimentos, para eles plantarem e viverem, tendo eles que viver apenas com suas plantações sem luz, durante uma semana, por causa do Sol desaparecer. Mas Thomas era especial, conseguiu se lembrar de sua antiga vida, antes do labirinto e da clareira, mas apenas vagas lembranças. Aquilo era o suficiente para tentar  fugir, em suas lembranças, descobre que o labirinto era apenas um teste, todos eram especiais, mais inteligentes. O objetivo era ver como eles reagiam a variáveis, não podiam desistir senão todos iriam morrer. “ – Como eu disse, eles queriam nos testar, ver como reagiríamos ao que chamam de variáveis, e a um problema que não tem solução. Ver se seríamos capazes de trabalhar juntos… desenvolver uma comunidade mesmo. Providenciaram tudo para nós, e propuseram o problema na forma de um dos enigmas mais conhecidos da civilização: O labirinto. Tudo isso contribuiu para nos fazer pensar que haveria uma solução, só para nos encorajar a trabalhar com o máximo de afinco, ao mesmo tempo que o nosso desânimo por não encontrar uma saída ia aumentando.” “ – O que estou  dizendo é que: não existe uma solução. Todos começaram a falar, as perguntas se sobrepondo uma as outras.  Thomas ergueu as mãos de novo, desejando apenas poder incutir os seus pensamentos no cérebro de cada um dos presentes. – Estão vendo? A reação de vocês só prova o que estou dizendo. A maioria das pessoas já teriam desistido. Mas eu acho que somos diferentes. Não admitimos que um problema não possa ser resolvido… ainda mais quando é algo tão simples como um labirinto. E continuamos lutando não importa quanto pareça inútil.” Esse trecho do livro mostra como nenhuma pessoa teria ido tão longe quanto eles foram, nunca desistiram.

Todo esse trama para todos, ou pelo menos a maioria, conseguir fugir daquele terrível lugar onde viviam para voltar para suas casas e se vingarem das pessoas que os botaram naquele lugar. Isso tudo é muito interessante e te prende ao livro, você não quer parar de ler e quando acaba, quer ler as continuações pois essa é uma série de 5 livros, mas acredite você vai acabar muito rápido. James Dashner, o autor desse e da incrível série “Maze Runner” consegue dizer que o trabalho em equipe é o mais importante para a sobrevivência como um ótimo livro como esse,  fazemos exatamente isso na vida real, precisamos que cada um faça sua parte para vivermos.

 

PREFIRO MORRER DO QUE PERDER A VIDA

por Gael Zaher
6ºE

Título: Death Note
Autor: Tsugumi Ohba
Ilustrador: Takeshi Obata
50 p. (60 volumes)

Death Note Death Note, conta a historia de um estudante chamado Light Yagami, que indo para a Escola vê um caderno escrito Death Note em sua frente. Ele pega o caderno que na contra capa dizia”O humano que tiver o nome escrito nesse caderno morrera.” Light Yagami vê um criminoso que assalta uma mulher. Light Yagami escreve o nome do assaltante no caderno, e o bandido se joga de um predio, depois de 40 segundos. Depois disso, L, um detetive reconhecido pela interpol e FBI, chma Light Yagami de Kira L descobre a localização de Kira em Kanto no Japão. Kira se diz deus do novo mundo. Kira quer se tornar um verdadeiro shinigami(Um deus da morte). L fica amigo de Light Yagami, e mais tarde tem certeza que Light Yagami é o Kira. depois, Light Yagami fica demoníaco e começa a matar assaltantes em aça dentro de cadeiais e na rua. Depois de 5 dias com o caderno o verdadeiro proprietário Ruyk(Um shinigami) Fala que deixou cair da terra, Light Fala que quer purficar o mundo de todo o mal.Na história, o “Death Note” é um caderno, normalmente de capa preta, e que tem seu nome escrito na parte frontal dele. Esse caderno tem a capacidade de matar qualquer pessoa apenas se os nomes destas pessoas forem escritos nele enquanto o portador visualizar mentalmente o rosto de quem quer assassinar Normalmente os nomes das pessoas que são escritos no caderno morrem de um ataque cardíaco depois de quarenta segundos, a menos que se especifique a causa da morte antes de 6 min. e 40 segundos. Os shinigamis são os portadores originais dos Death Notes e graças aos seus olhos podem matar as pessoas facilmente, já que lhes permitem ver o nome verdadeiro e o tempo que lhes resta da vida deles. Os shinigamis, por serem deuses da morte, não podem ser vistos por pessoas normais ao menos que elas tenham tocado em seu Death Note. Quando Ryuk eixou o seu Death Note na Terraele escreveu as instruções sobre o seu uso,assim, Light Yagami aprende a usá-lo instantaneamente ao encontrá-lo, mas no decorrer da série, aparecem outras regras. No mangá, cada capítulo contém uma página especial com as regras do Death Note,enquanto que no anime, em cada pausa — geralmente duas por episódio — se informa uma regra de como usá-lo. No momento em que um humano portador de um Death Note renuncia a este, ou o caderno é destruído, ou essa pessoa perde todas as lembranças relacionadas ao caderno automaticamente, mas se a pessoa o tocá-lo novamente, as lembranças retornarão.

A AVENTURA COM ERIK, O VERMELHO

por Luan Paiva Ferracciú
6ºA

Título: Erik Vermelho: os vikings na América
Autor: Helena Gomes
Ilustrador: Julio Carvalho
Editora: Berlendis & Vertecchia
256p.

Em terras distantes, navegadores valentes e corajosos, se juntaram a Erik Vermelho, que por seus cabelos ruivos, foi apelidado de certa maneira. Esta “orda” de aventureiros foi se enriquecendo com novos acordos, moradias, mercadorias e novos navegadores dispostos a se juntar a trupe e se arriscarem em travessias perigosas, com inimigos que tem como objetivo estragar o sonho de Erik e, que aparecem em momentos que nem você, nem o mais inteligente dos inteligentes imagina, porém juntos vão em busca do “novo mundo”, que está a espera de todos com boas intenções. E assim, nesta aventura emocionante, a obra foi desenvolvida com o aspecto literário muito bem explorado, descrevendo muito bem os locais de onde se passa a histórias, os personagens e suas características tanto físicas, quanto mentais, deixando o leitor cada vez mais exitado em querer ler mais constantemente a obra.

Uma parte das descrições que o autor faz durante o livro, é retratada a cada vez que algo novo, inesperado, acontece na vida de algum personagem. Um bom exemplo, seria quando Leif, filho mais velho de Erik, encontra uma ilha desconhecida pelos nórdicos, a descrição da terra onde chegaram foi bem assim: “A manhã trouxe outras maravilhas para os homens acostumados a um cotidiano áspero, sob condições climáticas desfavoráveis. No lago, pescaram os maiores salmões que já tinham encontrado. Havia frutas silvestres em abundância, relva sempre fresca, árvores que forneciam quanta madeira necessitassem. O gado poderia ser criado livre, dividindo espaço tranquilamente com os outros animais daquela terra. Parecia um bom lugar para permanecerem no inverno.”

As características literárias que o autor usa para nos entreter mais na leitura, como palavras bonitas e ricas que deduzem os acontecimentos de uma forma muito bonita, também é bem retratada nas batalhas que ocorrem durante o enredo, como na batalha principal do livro, quando os nativos da ilha onde Leif se hospedará temporariamente, invadiram o local para uma batalha territorial. Uma parte da descrição da luta foi bem assim: Os nativos surgiram numa manhã nublada, na temida onda vermelha que tomava conta do rio de margem a margem. Dezenas de canoas e corpos pintados, inúmeros braços empunhando arcos e lanças. Conforme o planejado, ao desembarcarem, parte dos guerreiros foi atraída pela clareira e emboscada na dianteira e na retaguarda. Primeiro houve uma chuva de projéteis contra eles, pegos de surpresa, disparados por nórdicos devidamente empoleirados nas copas das árvores na floresta. Como esse estavam em minoria, evitariam ao máximo o combate corpo a corpo. As armadilhas também abocanharam boa parcela dos nativos. A reação, porém, foi violenta e a luta, inevitável.

Resumindo, este é um livro cheio de aventuras, momentos de tensão e suspense, mas, além de tudo, o autor utiliza uma linguagem bem rústica, ou seja, uma linguagem literária bem simples, mas nos deixa bem interessado na leitura, querendo cada vez mais, continuar lendo as aventuras de Erik Vermelho.

JOGOS LITERÁRIOS

por Fernando Alzueta
6ºE

Título: Jogos vorazes
Autor: Suzanne Colinns
Editora: Rocco
400 p.

“Jogos Vorazes” é um livro sobre uma guerra que dividiu os ricos e os pobres causando uma constante desigualdade. Nessa divisão ocorreu além da anarquia, uma divisão territorial separando os ricos dos pobres e os pobres dos mais pobres. Cada uma dessas divisões, chamadas distritos tem um número e um trabalho, por exemplo: o distrito 1 tem o trabalho mais luxuoso e bem pago, fazer luxurias para a Capital, que é como o distrito 0, os trabalhos disponíveis no distrito são como perfumaria, joalheria, cabelereiro, etc…

Já o distrito 12 tem que trabalhar em minas de carvão para em um ano, ganhar o que o distrito 1 ganha em um dia, apenas as pessoas de mais importância, como o prefeito, tem uma qualidade de vida mediana, sem ter o luxo de desperdiçar dinheiro.

Além de dividir os ricos e os pobres, os ricos fazem todo ano os Jogos Vorazes, onde todo ano, uma menina e um menino de cada distritos (menos da capital) são escolhidos para uma luta até a morte, onde apenas uma pessoa sai viva e essa pessoa que sair viva, ganha uma casa em um vilarejo de casas apenas os ganhadores do Jogos Vorazes tem casas e muita comida e o distrito da pessoa também ganha mais investimento da capital para ter mais lucro de dinheiro, mas todos na verdade sabem que os Jogos Vorazes é apenas um divertimento para os ricos e algo que evita a guerra. Um dia normal todas as pessoas do distrito vão a um lugar para escolher quem ira para os Jogos Vorazes:

-“E a escolhida é Primore Everdeen!”

Primore Eveerden é a irmã mais nova da personagem principal Katniss Everdeen, uma menina do distrito 12 que, para ganhar dinheiro para sua família caça ilegalmente, e vende de porta em porta.

Esse livro na minha opinião é muito bom, sem falhas nenhumas e um livro tão bom que passei noites em claro pensando sobre o que iria acontecer no final do livro.

CONDE DRÁCULA E OUTROS VAMPIROS

Titulo : O conde dracula e outros vampiros
Autor: Denio Maués
Editora: Panda
120 p.

No livro as pessoas dos contos agem como se vampiro não fosse uma coisa surreal. No livro as pessoas tem sim medo dos vampiros mas não acham isso estranho por exemplo tem um conto em qual a menina descobre que seu vizinho é um vampiro e ao invés de ficar surpresa ou achar que alguém esta pregando uma peça nela ela fica com medo e quando o vizinho vem visitar a sua casa ela fica decidida a matar esse vizinho.

Nos contos também os personagens não só acreditam em vampiros mas como também acreditam em coisas a ver como que uma cruz protege de vampiro e quando você toca nela com sangue ela perde a força isso aconteceu em um conto em qual um amigo da uma cruz para o outro e um tempo depois a amada do cara que ganhou a cruz derrama o seu sangue nela e ai chega o amigo que deu a cruz “que por acaso virou um vampiro” e mata a família de seu amigo pois o amigo não tinha a cruz para o proteger. O livro conta vario contos legais e assustadores.

 

A HABILIDADE FRENTE AO PERIGO FICTÍCIO

por Lucas Carbognin Pizani
6ºE

Título: Artemis Fowl e a Colônia Perdida
Autor: Eoin Colfer
Editora: Record
398 p.

O admirável livro “Artemis Fowl e a Colônia Perdida” trata da inteligência e habilidade do garoto prodígio do crime de apenas 12 anos, Artemis Fowl. Estas qualidades fantásticas são apresentadas de maneira surpreendente echeia de magia e ficção, através de mundos perigosos. A narrativa nos mostra os grandes perigos que podemos enfrentar na nossa sociedade de uma forma fantástica e prazerosa. Assim, o rapaz tenta resgatar seus amigos das inúmeras ameaças e salvar os demônios, que estão perdidos no limbo. Nesta jornada magnífica e perigosa, eleenfrenta grandes desafios inesperados, como encontrar uma jovem tão brilhante e inteligente quanto ele.

Na obra extraordinária, o adolescente utiliza suas grandes habilidades e inteligência para enfrentar os desafios fictícios e seus maiores medos em mundos diversos no fabuloso espaço-tempo. Entretanto, decisões mortais e fantásticas aventuras mostram o que ele tem. Por exemplo, quando teve que decidir se devia salvar a vida de um demônio ou de uma garota. Para resolver o perigo, Artemis pensa em deslumbrantes atitudes para salvar os dois seres. Por isso, as habilidades demonstradas nessa atitude do moleque indicam os perigos enfrentados com suas grandes qualidades.

Na verdade, as habilidades do menino, que são mostradas através da ficção e da magia, são utilizadas para dar uma nova perspectiva na reflexão do livro para o leitor. A perspectiva de que as habilidades são melhores e menos “limitadas”, ou seja, imensas, com a magia. O livro apresenta maravilhosas aventuras fictícias, porém quer mostrar a realidade em que vivemos, com muitos perigos e desafios que enfrentamos na nossa grande sociedade.Como quando o moço enfrentou demônios e seres de mundos diversos em outra dimensão, utilizando magia paracombater os outros. Neste trecho, como dito anteriormente, é possível perceber a magia e a ficção utilizadas pelo autor, o que faz com que o leitor pense, reflita e preste mais atenção nestes aspectos literários, o interessandoainda mais.

Esta admirável obra é uma embarcação para o mundo de águas perigosas da imaginação. Naturalmente, estas águas são comandadas pelo ousado garoto. Consequentemente, a obra faz do leitor um encantado navegador das aventuras do garoto. Por fim, o livro “Artemis Fowl e a Colônia Perdida” é uma bela corda bamba da adolescência, repleta de inúmeras aventuras, entre os perigos e os desejos.