TIMMY, O CÔMICO

 

por Pedro Borgas Batista
6ºC – Unid. Butantã

Livro: TImmy Fiasco, erra é humano
Editora: Rocco Jovens leitures
Autor: Raquel Zampil
301 páginas

A obra “Timmy: o fiasco, errar é humano”, feita por Raquel Zampil e Stephan Pastis, é um belíssimo livro que apresenta Timmy e seu império de mistérios, que se chama Fiasco Total, apesar de ser um nome diferente para uma agência de mistérios, se chama assim porque o sobrenome de Timmy é Fiasco e Total é o urso polar de estimação dele. Ele e Total tentam desvendar mistérios bobos, e conseguem deixá-los mais bobos do que já são com os dois não conseguindo desvendá-los.

Quando foi desvendar um mistério de seu colega de escola, Gunnar, que havia perdido seus doces de Halloween, que estavam dentro de um pote laranja com formato de abóbora, Timmy entrou na casa de Gunnar e passou pelo quarto de seu irmão Gabe, que estava com um pote laranja com formato de abóbora e o quarto todo lambuzado de doces, e óbvio já estava desvendado, porém não para o grande detetive. E Timmy, que não percebeu nada, só pode reparar uma coisa, então anotou-a em seu caderninho: “Gabe bagunceiro”, dias depois Timmy decidiu interrogar Gabe, e a conversa deles foi assim:

“Timmy – Onde você estava na noite em que os doces desapareceram?

Gabe – No meu quarto

Timmy – Fazendo o que ?

Gabe – Comendo

Timmy Comendo o que?

Gabe – Doces.”

Então Timmy anotou novamente em seu caderninho: “Não foi Gabe, ele tem um álibi”. Novamente Timmy conseguiu fazer com que o nome de sua agência falasse tudo “Fiasco Total”.

 Outra vez, quando Timmy foi desvendar o caso do Hamster morto de Hodges, o detetive havia entrado no quarto de Hodges, ele viu o Hamster e começou a fazer perguntas, nas quais as respostas eram óbvias. Perguntas como “Ele tinha inimigos? Ele estava envolvido em atividade criminosa?” etc…

A obra cômica, que relata o garoto Timmy e Total, seu urso, que por mais que eles não fazem nada direito, eles nos fazem rir.

 

O ASSASSINATO E AS CONVERSAS SECRETAS

 

por Lucas Gaspar
6ºC – Unid. Butantã

Livro: A mansão Hollow
Editora: Nova Fronteira
Autor: J.K. Rowling
256 páginas

O livro “AGATHA CHRISTIE a mansão hollow”, a autora desta obra é Agatha Christie, é uma obra que trata de um assassinado com John Christow(é um personagem que é marido de Gerda).

 Os personagens falam mal de outros personagens, por causa do comportamento delas(es), falam mal delas(es) para outra pessoa, como Lucy Angkatell e Henrietta, fala mal sobre praticamente todos os personagens que tem no livro. Isso é um problema da sociedade, porque, querendo ou não se você fizer alguma coisa que em opinião do outro é errado ou algo assim, cochicham de você para outra pessoa falando mal. Mas é criticado(a) por trás das costas, ou seja, você é criticado mas você não sabe.

Isso não só aparece nos primeiros capítulo, mas também onde aparece a morte de John, todos acusam de Gerda, por ter pegado a arma, que o matou (Gerda pegou a arma só depois do crime acontecer). Até o policial desconfiou de que Gerda o matou. Gerda, esposa de John, sempre foi criticada, não por John (John é o personagem que morreu no crime), mas sim por quase todos os personagens, por exemplo Lucy e Henrietta, um exemplo que Lucy criticou Gerda: não sabia dirigir carro sem marcha automatica.

Gerda é a principal personagem que mais criticam por não conseguir fazer certas coisas sem saber, ou por fazer errado. Mas isso que apresenta no livro é um problema da  sociedade da vida real, porque isso só causa desamizade, o que não é bom então por que continuam a fazer isso de falar mal pelas costas? Mas se deveriam continuar com certeza não.

No começo do obra só fala dos personagens, ou seja, demora para acontecer o crime. Mas quando começa o crime, não dá mais para parar. Recomendado para as pessoas que gostam de ler um suspense, que tem uma leitura mais desenvolvida. Mas este livro é interessante de se ler.

O PRECONCEITO COM OS DIFERENTES

Livro: Extraordinário
Editora: Intríseca
Autor: R.J. Palacio
315 páginas

O livro ‘’Extraordinário’’, da autora R.J.Palacio, conta a história de um garoto, chamado August, que tem uma sindrome maxilofacial, que é um problema de deformação facial. Este livro aponta um pouco sobre o preconceito com os diferentes, no caso do menino.

Quando ele já havia chegado na escola, porque antes ele estudava em sua casa, fizeram uma praga, de quem encostasse nele estava com ela. Então um dia, quando August estava no laboratório, a mão de August havia esbarrado na mão de um garoto, e o garoto tirou a mão rapidamente para não encostar nele.

Já no final do ano, ele foi para um retiro ecológico com a escola, e lá, na segunda noite, eles foram para um campo ver um filme, com outras duas escolas. Em um momento seu amigo jack estava com vontade de ir ao banheiro, mas a fila estava grande, então eles foram pra o mato escuro e quando estavam voltando um grupo de 4 garotos e duas garotas apareceram e o zombaram. ‘‘ -Não cara é um Alien- disse o outro.  -Não, não, não cara é um Ogro.’’

E o livro ‘‘Extraordinnário’’ transmite algo que acontece na frequentemente na vida real, o preconceito com as pessoas diferentes das outras.

À PRIMEIRA VISTA NÃO SE PODE JULGAR UMA PERSONALIDADE

 

por João M. Baravelli
6ºC – Unid. Butantã

Livro: A escola do bem e do mal
Editora: Gutenber
Autor: Soman Chainani
190 páginas

O livro “A escola do bem e do mal”, de Soman Chainani, trata de duas garotas com diferentes pensamentos e aparências que foram para a escola do bem e do mal. Lá a menina que aparentava ser boa, Sofie, vai para a escola do mal e a menina que aparentava ser do mal, Agatha, vai para a escola do bem .

Mesmo que Agatha tenha uns pensamentos macabros, ela é heróica e se preocupa com sua amiga, que múltiplas vezes tenta a salvar. Além disso, Agatha na escola do bem acha que foi um engano o fato de estar na escola do bem pois engana a si mesma por sua aparência e pensamento macabro e diferente. Além disso, Agatha tenta salvar Sofie e voltar para casa e até mesmo se arrisca para a salvar.

Sofie, por outro lado, tem uma autoconfiança extrema se não, certa de que vai para a escola do bem, além de ser vaidosa e se achar uma princesa . Seus atos bons são apenas para ir para a escola do bem, pois se ela não existisse ela não ligaria para fazer atos bons. Ela também o tempo todo acha que é um engano do diretor da escola por coloca-la na escola do mal e quando Agatha tenta resolver tudo, Sofie vai para a escola do bem e não liga para Agatha, assim nos mostrando seu desejo pela escola do bem e sua autoconfiança excessiva.

Deu para perceber que o livro conta de forma discreta um pouco sobre a sociedade e como as pessoas são caracterizadas a primeira vista e como a sociedade pode ser cruel.

Resumindo: a bondade de Agatha é demonstrada pela vontade de salvar Sofie a qualquer custo e não agir como um animal, preocupando-se apenas consigo mesma, mas sim colocar Sofie a sua frente. E a inescrupulosidade de Sophie é demonstrada pelo oposto e por a frente de tudo ir para a escola do bem e não ligar para o resto e nem julgar a si mesma.

 

AS PAREDES SANGRENTAS DA ESCOLA GARVIN

por Manuela Moraes Gugliotta
6ºC – Unid. Butantã

Livro: A lista negra
Editora: Gutenberg
Autor: Jennifer Brown
272 páginas   

 A obra “A lista negra”, escrita por Jennifer Brown, conta a história de uma menina que se chama Valerie e de Nick, um menino com quem ela namorava.

A protagonista Valerie tinha um diário, a lista negra, com os nomes das pessoas que eles não queriam que existissem ou até que morressem, porque faziam muito bullying com o casal. Nick levou isso muito a sério, então, decidiu levar uma arma para a escola onde estudavam, a “Garvin”, e começou a atirar em todos os alunos que tinham o nome naquela lista. Num determinado momento, Valerie pensou “Vou parar isto de uma vez” e  entrou na frente de Nick que atirou sem pretender atingir a própria namorada. Queria atirar na menina que estava atrás dela, que neste caso era a menina que chamava a namorada de Nick de irmã da morte e Valerie levou um tiro bem na coxa. Quando  percebeu o que tinha feito, pegou a arma e apontou para sua cabeça e atirou, morrendo em seguida. Depois de um tempo, a escola Garvin decidiu que Valerie não era a culpada e que  podia  voltar a frequentar a escola.

A obra “A lista negra” tem muitas partes tristes e tem cenas relativas à vida real. Por exemplo, “O tiroteio , que começou quando os alunos estavam se preparando para assistir a primeira aula, matou pelo menos seis alunos e deixou muitos outros feridos”e   Valerie foi culpada de muitas coisas e não conseguia voltar até a escola, pois estava com medo de voltar ao lugar do tiroteio e com medo que zombaram dela.

“Como se eu estivesse feliz em voltar para a escola.Ter de voltar para aquelas salas  assombradas. Voltar para a Praça de Alimentação, que conforme ouvi dizer desde maio último não era a mesma coisa. Como se eu não estivesse tendo pesadelos todas as noites, dos quais acordava suada,chorando, totalmente aliviada de estar na segurança do meu quarto.”

 O que chama muita atenção  do leitor é que mesmo depois de todos os acontecimentos, Valerie ainda amava  Nick, mesmo estando morto, e mesmo pensando que ele tinha atirado em tantas pessoas  inocentes e sabendo que tinha atirado na sua perna.

Jennifer Brown, fez um livro baseado  em fatos reais, não só pelo fato das pessoas levarem tudo muito a sério, mas também porque as personagens queriam vingança.

 

 

SIMPLESMENTE, EXTRAORDINÁRIO

por Francisco Zardo de Melo
6ºC – Unid. Butantã

Livro: Extraordinário
Editora: Intrínseca
Autor: R.J. Palacio
315 páginas

O livro “Extraordinário”, de R.J Palacio, aborda várias questões sociais. Ele aborda a exclusão de diferentes, o bullying, entre outras questões muito presentes em nossa sociedade.

August Pullman tinha síndrome maxilo-facial, basicamente sua cara era deformada. Teoricamente, ele morreria após nascer. Mas não morreu, porém teve sua vida marcada por diversas cirurgias plásticas. Ele não andava pela rua sem ter olhares feios acompanhando-o . Ele tinha poucos amigos, poucos os que o davam chance, e conseguiam olhar em sua cara sem fazer cara feia, nem olhar para baixo.

Auggie tinha aulas em casa, com sua mãe. Ela não dava mais conta de ensiná-lo, e ele precisa ir a escola. Quando Pullman para de ter aulas com sua mãe, para ter aulas numa escola, ele passa por muitas dificuldades. Por conta de sua cara, ele não teve chances. Chances de ter amigos, chances de se enturmar.

Quem dá chance, percebe como é August. Mas quem não dá chances para ele, fica apenas com o olhar, o mesmo olhar feio que acompanha Auggie nos corredores da escola, na rua, em lugares públicos. A contracapa já fala sobre isso, com uma frase muito criativa: “Não julgue um livro menino pela capa cara.” Isso tem relação com a vida na sociedade, e as relações cotidianas.

Auggie é diferente. Sabemos dos diversos problemas que ele teve ao longo de sua vida por ser fora de um padrão. Sua vergonha de pôr a cara no mundo, as diversas cirurgias que Auggie teve. Mas como diz o título do livro, Auggie é extraordinário. Seu diferente é extraordinário. As experiências que ele teve, são extraordinárias. As pessoas que se sentiram fora de um “padrão”, como ele, tem experiências diferentes de pessoas que estão dentro de um padrão. Temos que tirar o melhor do diferente. Pensar no bom do diferente, sem vergonha de ser, como August, após diversas experiências, que aprendeu a tirar o melhor do diferente. Mesmo depois de tudo, as experiências do garoto talvez sejam atémais valiosas que as experiências que ele teria se estivesse dentro do padrão imposto pela sociedade.

Um livro muito desafiador, que te faz pensar sobre a sociedade, sobre você e suas atitudes. Um livro que com a história de Auggie nos faz pensar como se portar na sociedade, como tratar pessoas que se sentem excluídas da sociedade, e como tratar quem está fora de um padrão. Como conviver com elas, e a dar chance a elas. Pois estas não têm chance de ter amigos, pois apenas julgando pela cara, pelo o que vê, não se vê o que realmente importa, que é a característica das pessoas

Um livro diferente, diferente como Auggie, mas que seu título o resume. “Extraordinário”.

 

 

DINHEIRO NÃO TRAZ FELICIDADE

por Isabela Saraiva Mendes Gonçalves de Ornelas Flôr
6ºC – Unid. Butantã

Livro: O guia do mochileiro das galáxias
Editora: Arqueiro
Autor: Douglas adams
228 páginas

O livro ”Guia do mochileiro das galáxias”, do autor Douglas Adams,  trata de Arthur Dent, um homem que vive na Inglaterra, que teve a casa demolida para construir uma auto estrada hiperespacial e fugiu para o espaço por causa dos vogons (extraterrestres) que atacaram o planeta.

Lá (na inglaterra) todos viviam tristes, e a coisa mais alegre eram os papéis coloridos com números impressos que rodavam de mão em mão pela cidade.

Estes papéis coloridos são o que chamamos de dinheiro, que já sabemos que não traz felicidade nem na vida real nem no livro eles se perdem muito rápido uma hora você tem outra você não tem, parecem trazer felicidade mas não trazem, possibilitam muitas coisas, mas sempre vai haver um problema, já que é assim ninguém vive feliz neste planeta. Não tem como viver sem felicidade, então os papéis lá trazem felicidade? De qualquer jeito os papéis são um jeito de esconder os problemas no planeta verde e azul(Terra).

Está obra é feita de muitas partes, essa foi muito interessante, ainda mais com o jeito de Douglas Adams escrever e descrever, de um jeito engraçado usando metáforas que ainda são compreensíveis.

A RELAÇÃO, DE UMA A OUTRA

por Luma Toralles Triboni
6ºC – Unid. Butantã

Livro: A vida na porta da geladeira
Editora: WMF Martins Fontes
Autor: Alice Kuispers
106 páginas

O livro “A vida na porta da geladeira”, da autora Alice Kuipers, narra  a vida de uma mãe e uma filha que se comunicam através de bilhetes na porta da geladeira e nunca se encontram, a reação delas está ficando cada vez mais triste e pesada.

“Desculpa, mãe. Eu não queria ter gritado ontem à noite. É que fiquei preocupada quando você saiu para caminhar e fiquei imaginando uma série de coisas que podia acontecer”. Este trecho relata uma situação em que a saudade, preocupação, levam a mente da filha a acreditar que poderia acontecer algo com a mãe, fazendo com que a filha contrariasse sua própria mãe.

“Tive que sair correndo. Vou dar plantão no fim de semana. Desculpa.”, esse trecho faz uma relação entre o dia de hoje, em que muito dos pais pouco se  encontram com seus filhos, pois tem de trabalhar demais, e isso acaba deixando a mãe e a filha triste, elas quase nunca se vêem, estão com saudades uma da outra.

O livro traz uma mensagem muito grande para o leitor, para refletirmos sobre a relação entre a mãe e a filha. E por trás de todos os bilhetes, todas as mensagens da mãe, existe uma filha que está triste. Ela não vê sua mãe, está triste e confusa.

A INESCRUPULOSIDADE DAS MORTES

Livro: E não sobrou nenhum
Editora: Globo
Autor: Agatha Christie
400 páginas

No livro “E não sobrou nenhum”, da autora Agatha Christie, deixa com que seus personagens não se importem com as pessoas que matou ou machucou seriamente, seja mental ou fisicamente.

É possível ver que o personagem General Mekizine mostra muitos traços de inescrupulosidade, pois ele diz que atropelou uma família inteira, logo depois de declarar o que fez, diz “coitado de mim” e sua desculpa para dizer isso é que ele ficou muito estressado por atropelar pessoas. Suas decisões ficam mais estranhas pois ele atropelou a família no caminho da mansão dos Owens que não é muito tempo de viagem de sua casa, e com isso não apresenta nenhuma preocupação, afobamento ou arrependimento por ter matado crianças e adultos inocentes.
Quando os atropelou, não ligou para a ambulância ou nada do tipo, apenas continuou seu caminho.

A mansão dos Owens é onde se passa a história, os Owens são os anfitriões de uma festa, onde começa a tocar em um megafone todos os crimes e erros que todos ali presentes cometeram.

Por conta da inescrupulosidade dos personagens, o leitor sente que alheação, ou até odiar alguns deles, pois todos os personagens até os que parecem ser menos ignorantes, mas quando vê, na verdade também não se importam com o que fizeram.

Um outro personagem que tem traços de inescrupulosidade é o doutor Armstrong, pois ele não se importa se estiver bêbado ou não para fazer uma cirurgia, contanto que ele mata uma pessoa sedando de mais uma pessoa.

O PASSADO POTENCIAL

Livro: Harry Potter e a Pedra Filosofal
Editora: Rocco
Autor: J.K. Rowling
266 páginas

O livro “Harry Potter e a pedra filosofal”, de ,J.K. Rowling, diz sobre um menino chamado Harry Potter, que aparenta ser um garoto de 11 anos comum, inocente, mas os que moram e convivem com ele não contam seu triste passado em relação aos pais e também não contam sobre seu destino, que tem muito potencial. É um absurdo o personagem não poder saber sobre seu passado nem moldar seu futuro.

O leitor fica sabendo antes do próprio personagem sobre seu passado, mas a autora não entrega muitas informações ao leitor e sim ele começa a desconfiar e imaginar algo semelhante ao real, ao passar do livro, o leitor deseja mais a cada vez que o personagem descubra o que não sabe sobre si mesmo.

Não contam seu passado ou seu potencial destino ou nada oculto sobre ele, porque têm medo deste mundo mágico, o que é engraçado pois a tia do menino, Petúnia, tinha uma irmã, a mãe de Harry, que era uma perita aluna formada em Hogwarts a escola de bruxaria e feitiçaria. Mas na escola de Hogwarts e pelo mundo mágico inteiro, ele é muito famoso pois sobreviveu a maldição da morte que matou seus pais, Harry era um bebê, quando  afugentou o mago das sombras, que o tentou matar. Ele tem uma cicatriz em forma de raio na testa feita pela maldição, o reconhecimento que os mágicos têm por Harry significa muito para ele, pois no mundo dos muggle, não mágicos, ele era caçoado e debochado por todos.

Harry Potter possui o sangue mágico, pois sua mãe e pai eram feiticeiros, os com potencial para magia, é  convocado para fazer os 6 anos letivos em Hogwarts, para se formar em magia, a parte que a criança vai comprar materiais mágicos para Hogwarts é muito interessante, porque você deseja estar no lugar de Harry nesta parte, os materiais necessários para entrar na  escola são muito criativos e exigem muita imaginação do leitor, sendo assim, nós ficamos querendo que Harry os ganhe.

Neste livro, J.K rowling faz uma lição moral de amar o próximo, ela diz isto mostrando os três melhores amigos Ronald Weasley, Hermione Granger e Harry Potter não são somente amigos, como morreriam um pelo outro.