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Category Archives: Ciência

Coreanos criam garrafa que transforma água do mar em potável

garrafa

Eles desenvolveram um sistema portátil que filtra a água

 

Os sul-coreanos Younsun Kim, Kangkyung Lee, Byungsoo Kim e Minji Kim, da Universidade de Yonsei, na Coreia do Sul, desenvolveram um sistema de filtragem e purificação de água portátil que promete transformar água do mar em água potável.

O Puri, como é chamada a garrafa que filtra água, usa a tecnologia de osmose reversa. O item é projetado para uso em barcos ou situações de emergência no mar, em que as pessoas podem precisar de água para não se desidratarem ou até mesmo morrerem. Com esse equipamento, elas podem beber a água do mar.

Segundo o site da Fast Company, o uso é simples, o usuário só precisa bombear um êmbolo – dispositivo que desliza em um e outro sentido no interior de um cilindro – e pressurizar a água salgada, empurrando para a câmara de filtragem. Em seguida, a água doce entra em outra câmara, pronta para ser consumida.

Eletrônicos vestíveis já são realidade

google glass

Com desaceleração das vendas de computadores e smartphones no mundo, fabricantes grandes e pequenos já veem nos aparelhos ‘para vestir’ uma nova categoria de produto; óculos do Google são considerados a principal novidade que vai redefinir o setor

NOVA YORK – Os óculos do Google só serão lançados comercialmente no ano que vem, mas seu impacto já é sentido na indústria de tecnologia. Em um momento em que as vendas de smartphones e computadores desaceleram, fabricantes grandes e pequenos começam a desenvolver eletrônicos que podem ser “vestidos”, inaugurando uma nova categoria para estes setores tão dependentes de inovação tecnológica.

Esse movimento foi observado durante a Wearable Tech Expo (Exposição de Tecnologia Vestível), realizada há duas semanas em Nova York (EUA). Com cerca de 30 palestrantes, a conferência deu ideia do tipo de computador “vestível” que pode chegar ao consumidor.

O que antes parecia filme de ficção científica está mais próximo do que pensávamos. Muitos dos produtos apresentados na feira visavam a saúde e o bem-estar. Entre eles, estava o M-SporTracker, uma faixa para o braço que monitora o batimento cardíaco durante a atividade física. Associado a um aplicativo, ele armazena os dados coletados para futura avaliação.

Seguindo a mesma linha, outro destaque da feira foi o aparelho Shine, apresentado pela Misfit Wearables, cujo fundador vem ao Brasil este mês. Assim como outros monitores de atividade, as informações coletadas são transferidas para um aplicativo.

“As tecnologias vestíveis ainda estão sendo moldadas, mas já representam um enorme potencial para o mercado”, diz Rich Tehrani, presidente da Wearable Tech Expo.

O setor de tecnologia vestível ainda é incipiente, mas a previsão é de que movimente US$ 4,6 bilhões neste ano, de acordo com um estudo da consultoria britânica Visiongain. Entre os aparelhos citados pelo estudo, estão relógios inteligentes, sensores que geram relatórios sobre saúde, dispositivos para medir o desempenho de exercícios físicos e óculos de realidade aumentada, como o Google Glass.

Segundo o relatório, os óculos do Google devem “redefinir” o mercado de vestíveis e a Apple deve ser seu maior rival, com um possível relógio eletrônico que se conecta ao iPhone. “Acreditamos que o mercado de tecnologia vestível seguirá o mesmo paradigma que os smartphones e tablets, e que nos próximos cinco anos esses aparelhos terão um crescimento explosivo”, diz a consultoria.

Um outro estudo da empresa de pesquisas MarketsandMarkets prevê que as vendas desses produtos devem crescer 30,4% ao ano e vão a movimentar US$ 8,3 bilhões até 2018.

Versátil. Os aparelhos são vestidos como roupas e interagem diretamente com o corpo dos usuários. Por isso, eles têm sido uma tecnologia versátil, aberta a novas experimentações.

Um dos setores que mais avançam é o de produtos esportivos. A Nike, por exemplo, tem investido neste tipo de tecnologia e uma das apostas da marca são os eletrônicos vestíveis, como a pulseira FuelBand.

O aparelho é uma espécie de relógio que registra a atividade física diária e alerta, por meio de avisos luminosos, se o usuário está se movimentando o suficiente. Um site e um aplicativo analisam as informações de forma que o usuário compreenda melhor suas atividades físicas. “Nós queríamos achar um jeito de manter as pessoas motivadas e ativas”, diz o vice-presidente de esporte digital da Nike, Stefan Olander.

Outro mercado impulsionado pelo crescimento das tecnologias vestíveis é o dos aplicativos. Como a maioria dos produtos serve para captar dados, nada mais natural do que o desenvolvimento de programas para smartphones que analisem as informações.

Especialista em criar aplicativos para óculos inteligentes, a SilicaLabs é a responsável pelo GlassFit, um software para o Google Glass que sugere rotinas de exercícios físicos. Além do aplicativo, a empresa criou também o SimpleWing, software gratuito de criação de apps para os óculos do Google. Quem aproveitou o lançamento para se inserir neste mercado em expansão foi a National Geographic, que criou um aplicativo que oferece imagens e manchetes de suas publicações digitais.

Ficção. A computação vestível tem servido de inspiração para projetos experimentais que beiram a ficção científica. A Innovega, empresa norte-americana que desenvolve dispositivos vestíveis, apresentou no início deste ano um protótipo de lentes de contato de realidade aumentada – a iOptik.

Associadas a uma armação de óculos, as lentes aplicam camadas de informação sobre a visão. Ainda sem previsão de lançamento, esta tecnologia promete ser melhor do que a desenvolvida pelo Google.

O projeto se assemelha à história do curta-metragem futurístico Sight, que retrata um personagem que usa uma lente de contato inteligente do tipo. Tudo é feito através das lentes. Ao cortar um legume, a lente projeta o tamanho exato dos pedaços que ele precisa cortar. Ao sair para um encontro romântico, ele puxa dados de redes sociais sobre seu par. Há um ano, quando o filme foi lançado, tecnologias assim pareciam distantes, mas hoje já estão mais próximas da realidade.google glass

Quinze espécies de aves são descobertas na Amazônia

passaros

De uma tacada só, 15 novas espécies de aves foram descritas na Amazônia brasileira em uma edição especial do Handbook of the Birds of the World, uma espécie de enciclopédia com todas as aves conhecidas do mundo.

Lançada no fim de junho, a publicação traz as descobertas que quatro grupos de ornitólogos do Brasil e do exterior fizeram nos últimos anos.

A quantidade surpreende. Desde 1871 não eram descritas tantas espécies de aves brasileiras de uma vez só, em uma única obra. Não é à toa. Apesar de na Amazônia não ser raro de vez em quando descobrir um bicho novo, as aves são o grupo animal mais bem conhecido em todo o mundo. Então não é de se esperar tantas novidades.

Foi justamente para causar esse choque que os pesquisadores resolveram juntar seus esforços e fazer uma publicação conjunta. “A verdade é que, ao publicar uma por uma, a informação passa por baixo do radar. E ninguém percebe o grande quadro que é: estamos em um momento muito especial na Amazônia, uma fase explosiva de descobertas”, afirma o ornitólogo Mário Cohn-Haft, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia.

“Nossa ideia foi passar o recado de que a Amazônia ainda tem muita coisa nova”, diz. Segundo ele, mais de uma dezena de novas aves deve ser descrita nos próximos anos.

Os achados. A maior parte dos achados ocorreu na porção entre o sul do Pará, o norte de Mato Grosso e o sudeste do Amazonas, região que inclui o chamado arco do desmatamento, o que coloca os animais em ameaça. Chama a atenção o caso de cinco espécies que foram encontradas em um local nunca antes estudado, no sul do Amazonas, entre os Rios Aripuaná e Roosevelt. O local fica próximo da fronteira com Rondônia, por onde a fronteira agrícola avança. De acordo com o pesquisador Luís Fabio Silveira, do Museu de Zoologia da USP, são endêmicas dali – ou seja, não ocorrem em nenhum outro local.

“Em todo o mundo, por ano, são descobertas milhares de espécies de insetos, uma centena de peixes, mas aves são menos de uma dezena. Porque a maioria já foi detectada. Mas, se o grupo mais bem conhecido do mundo ainda traz tantas novidades na Amazônia, imagina o resto. É um alerta para usarmos a Amazônia de um modo mais inteligente”, diz Silveira.

Busca pela vida em águas profundas chega ao fim em Santos

polvo

Na foto, polvo de grande profundidade, fotografado com o submarino Shinkai 6500.
O navio de pesquisa oceanográfica japonês Yokosuka chegou ontem ao Porto de Santos, com o submarino Shinkai 6500 e um grupo de cientistas brasileiros à bordo, marcando assim o fim de uma expedição de duas semanas sobre o Platô de São Paulo, com mergulhos que chegaram a 3.600 metros de profundidade.
E a grande descoberta da expedição, imagine só, foi não ter descoberto quase nada. Foi a primeira vez que cientistas mergulharam a grandes profundidades nessa região, e a escassez de vida surpreendeu tanto os pesquisadores japoneses quanto os brasileiros. “A expectativa era encontrar grandes concentrações de vida, mas infelizmente nada disso foi localizado”, contou ao Estado o cientista chefe da expedição, Katsunori Fujikura, da Agência Japonesa de Ciência e Tecnologia da Terra e do Mar (Jamstec). A expectativa baseava-se no fato de que, do ponto de vista geológico, o Platô de São Paulo (onde fica a Bacia de Santos) é muito parecido com o Golfo do México, onde há também muitas reservas de petróleo, gás, e uma grande concentração de ecossistemas quimiossintéticos, que é o que os biólogos esperavam encontrar por aqui também. “Foi uma surpresa para nós. Por que será que há tão pouca vida aqui? Esse será o escopo das pesquisas a partir de agora”, completou Fujikura.
Ecossistemas quimiossintéticos são ambientes de grande profundidade associados a falhas no assoalho oceânico, nos quais a fonte primária de energia para a vida não é a fotossíntese, como realizada pelas plantas na superfície, mas o metabolismo de elementos químicos inorgânicos (como metano e enxofre) realizado por microrganismos especialmente adaptados a condições extremas de temperatura e pressão, que acabam dando suporte à vida de vários organismos maiores, incluindo moluscos, crustáceos e peixes. Há dois tipos principais desses ambientes: as fumarolas de água quente e as exsudações de água fria, que é o que os pesquisadores esperavam encontrar no Platô de São Paulo.
A viagem de duas semanas, entre Rio e São Paulo, foi a segunda pernada de uma expedição iniciada cerca de um mês atrás, dentro de uma parceria entre a Jamstec, o Instituto Oceanográfico da USP e o Serviço Geológico do Brasil (CPRM), envolvendo pesquisadores de várias instituições brasileiras e japonesas. Na primeira pernada foram realizados sete mergulhos de até 4.200 metros de profundidade nas regiões da Elevação do Rio Grande e da Dorsal de São Paulo (leia o relato da expedição nos posts abaixo). Agora, na segunda pernada, foram nove mergulhos de até 3.600 metros no Platô de São Paulo (estavam previstos 10 mergulhos, mas o último teve de ser cancelado por questões meteorológicas).
Nenhum ambiente quimiossintético foi encontrado, e a quantidade e variedade de animais maiores observados também foi pequena — diferentemente do que foi observado nos mergulhos da primeira pernada. “Apesar de serem todos da mesma região, os três locais têm biodiversidades distintas”, observou Fujikura. “Aqui não vimos animais de grande porte e a quantidade de vida era muito menor.”
O que não significa que a expedição tenha sido um fracasso, nem que não existam ecossistemas quimiossintéticos no Platô de São Paulo, segundo a pesquisadora Vivian Pellizari, do Instituto Oceanográfico da USP. “O que nós vimos foi uma parte muito pequena do platô”, destaca ela. “É impossível que numa área enorme como essa, com todo o petróleo que sabemos ter aqui, não haja nenhum escape de gás, nenhuma exsudação fria, como há no Golfo do México. Temos de continuar procurando; é uma agulha no palheiro.”
Mesmo sem ter encontrado nenhum ambiente quimiossintético, os cientistas vão voltar para casa com uma grande quantidade de dados e amostras, suficiente para muitos anos de pesquisa. Dezenas de amostras de água, sedimentos e animais de águas profundas foram coletadas, incluindo caranguejos, camarões, mexilhões, esponjas, pepinos e estrelas do mar. “É bem possível que tenhamos espécies novas nessas amostras”, diz o biólogo Angelo Bernardino, da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), que fez um mergulho com o Shinkai a 2.800 metros de profundidade. “Acho que vão aparecer coisas muito interessantes nas análises.”
Vivian e Bernardino destacam que o Atlântico Sul nunca havia sido prospectado cientificamente dessa maneira, e foi a primeira vez que cientistas brasileiros tiveram oportunidade de descer a essas profundidades na costa brasileira. “Foi uma oportunidade única para a ciência do Brasil”, disse Vivian, ressaltando que várias instituições do País, de vários Estados, vão receber amostras coletadas na expedição para pesquisa. “Apesar de a biodiversidade observada ter sido bem menor do que esperávamos, o desafio será maior ainda agora para explicar esses resultados”, avaliou a bióloga. “É a primeira vez que coletamos esse tipo de dado no Brasil; então, toda informação que pudermos extrair deles será muito importante.”
As amostras de água e sedimento, por exemplo, serão minuciosamente analisadas quimicamente e geneticamente para entender que elementos e microrganismos estão presentes nesses ambientes.
A passagem do Yokosuka e do Shinkai 6500 pelo Brasil é parte de um projeto de volta ao mundo da Jamstec, chamado Busca pelos Limites da Vida (Quelle 2013). O próximo ponto de pesquisa do navio será no Mar do Caribe.

Herton Escobar / O Estado de S. Paulo

Prédio mais alto da China tem elevadores mais rápidos do mundo

china

Com 121 andares, Torre de Xangai é o segundo mais alto do mundo e seus elevadores correm 18 metros por segundo
05 de agosto de 2013 | 8h 53

XANGAI – A estrutura principal do prédio mais alto da China foi concluída neste fim de semana em Xangai. Uma cerimônia marcou a colocação da última viga no alto da Torre Xangai, com 632 metros de altura e 121 andares.

O prédio, no distrito de Pudong, é o segundo mais alto do mundo, superada apenas pela torre Burj Khalifa, de Dubai, que tem 829,8 metros de altura.

 

Após a cerimônia com ar patriótico, os trabalhadores chineses deram início ao acabamento no interior do prédio. A conclusão está prevista para o ano que vem.

 

Projetada pelo escritório de arquitetura Gensler, dos Estados Unidos, a torre de aço e vidro tem forma de uma espiral translúcida. Os elevadores serão os mais rápidos do mundo, com cabos duplos projetados pela Mitsubishi que deslocarão os ocupantes a uma velocidade de 18 metros por segundo, o equivalente a 64,8 quilômetros por hora.

A economia chinesa tem alimentado um frenesi de construção, incluindo alguns dos edifícios mais altos do mundo. A Shanghai Tower substitui o Shanghai World Financial Center, concluída em 2008, que até agora era a mais alta do país.

 

Na cidade de Changsha, no centro Sul da China, está sendo erguido o Sky City, de 838 metros, que deve ultrapassar o Burj Khalifa e tornar-se o mais alto do mundo.

 

Neste verão, a China também apresentou maior edifício do mundo em termos de área construída na cidade ocidental de Chengdu. A New Century Centro Global superou o recordista anterior, o aeroporto de Dubai.

 

Sustentabilidade. A Torre Xangai representa uma nova forma de construção urbana, na definição de Art Gensler, fundador da construtora Gensler. O prédio incorpora as melhores práticas em sustentabilidade e design de alto desempenho, segundo ele.

 

A torre está localizada na zona financeira e comercial de Lujiazui, uma área de Xangai que há 20 anos era uma área de cultivo agrícola.

 

O prédio alojará um espaço de escritórios de alto padrão, áreas de varejo, um hotel luxuoso e centros culturais. Os andares mais altos terão um deck de observação ao ar livre mais alto do mundo, enquanto a plataforma elevada da torre irá oferecer um ambiente avançado para comércio no varejo, com um grande espaço para eventos.

As instalações subterrâneas incluem áreas de comércio, conexões para o metrô de Xangai e três andares de estacionamento.

 

O projeto do Shanghai Tower está organizado em nove edifícios cilíndricos, empilhados um em cima do outro. A camada interna da fachada de parede dupla une os edifícios empilhados, enquanto a fachada externa envolve o edifício, que gira em 120 graus, à medida que se ergue e dá à torre uma aparência distinta e em curvas.

 

Os espaços entre as duas camadas da fachada criam nove jardins com átrios voltados para o céu. Semelhantes a praças e parques de cidades tradicionais, o átrio a céu aberto oferece espaço dentro do prédio para interação e reunião de comunidades, com cafeterias e lojas de conveniência e uma paisagem rica.

 

A sustentabilidade é a base do projeto. O cone, a textura e a assimetria da fachada funcionam para reduzir a força dos ventos sobre o edifício em 24%, proporcionando uma economia de US$ 58 milhões com materiais de construção.

Luz natural. As camadas transparentes internas e externas do edifício permitem a entrada máxima de luz natural, reduzindo a necessidade de luz elétrica. A camada mais externa da torre também isola a construção, reduzindo o uso de energia para aquecimento e refrigeração. O parapeito giratório da torre coleta água da chuva, que é usada pelos sistemas de aquecimento e refrigeração da torre.

 

Turbinas eólicas, instaladas diretamente abaixo do parapeito, geram energia própria no local para os andares mais altos do edifício, com um sistema de cogeração acionado por gás natural, que fornece eletricidade e aquecimento para os andares mais baixos.

 

Um terço da área construída será de área verde com um projeto de paisagismo para resfriar o prédio. No geral, as estratégias de sustentabilidade do prédio reduzirão a emissão da pegada de carbono em 34 mil toneladas por metro cúbico por ano.

 

Grandes macacos surgiram há 25 mi de anos

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Cientistas acham fóssil quase completo do mais antigo primata

Cientistas acham fóssil quase completo do mais antigo primata

REINALDO JOSÉ LOPES
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Uma criaturinha do tamanho de um camundongo, que saltitava pelas copas das árvores de uma floresta chinesa há 55 milhões de anos, é o mais antigo exemplar do grupo de animais ao qual pertencem o homem e todos os macacos vivos hoje, dos saguis aos gorilas.

A descrição da espécie, feita por paleontólogos da China, dos EUA e da França, está na edição desta semana da revista científica “Nature”, uma das mais importantes do mundo.

Para os cientistas, o Archicebus achilles merece os holofotes, apesar dos meros 30 gramas, porque seu esqueleto fossilizado está praticamente completo (faltam só as “mãozinhas” do bicho), enquanto outros fósseis de primatas com a mesma idade não passam de cacos.

Editoria de Arte/Folhapress

“Ele é tão completo que quase não temos com o que compará-lo”, afirma Chris Beard, pesquisador do Museu Carnegie de História Natural (EUA) e coautor da descrição do bicho. “De fato, no período de que estamos falando, ele é único.”

Os especialistas costumam dividir os primatas em dois grandes grupos. O primeiro, o dos estrepsirrinos, engloba os famosos lêmures de Madagáscar e outras criaturas parecidas, enquanto o dos haplorrinos tem como principais astros os macacos propriamente ditos (incluindo aí o homem moderno e seus ancestrais).

A análise detalhada do esqueleto do A. achilles indica que ele é um haplorrino, e mais especificamente um membro muito primitivo do grupo dos társios, animais diminutos da Indonésia e das Filipinas que mais parecem os elfos domésticos da série “Harry Potter”, a julgar pelos olhos enormes e pelas orelhas esquisitas.

CALCANHAR
O interessante, no entanto, é que o bicho está muito próximo do ponto no qual as linhagens dos társios e dos macacos propriamente ditos se separaram. Por isso mesmo, seu esqueleto é uma espécie de mosaico, com características de ambos os tipos de bicho.

É daí, inclusive, que vem o achilles do nome – assim como o herói grego Aquiles, ele tinha um calcanhar fora do comum.

“O calcanhar, e o pé como um todo, são os detalhes mais chocantes do fóssil, porque lembram os de um sagui, por exemplo, coisa que não esperávamos”, explica Beard. Além disso, enquanto os társios de hoje são criaturas da noite (daí os olhões), as órbitas da espécie primitiva têm tamanho normal, sugerindo hábitos diurnos.

Em entrevista coletiva por telefone, os pesquisadores contaram que o fóssil foi encontrado há cerca de dez anos por um fazendeiro do interior chinês.

“Consegui persuadi-lo a doar o fóssil para a nossa instituição”, disse o paleontólogo Xijun Ni, da Academia Chinesa de Ciências, que é o primeiro autor do estudo. O local do achado, para Beard, não é coincidência.

“Os argumentos a favor de uma origem asiática para os primatas ficam mais fortes a cada dia”, diz o americano. “O sequenciamento de DNA mostrou que os parentes mais próximos dos primatas ainda vivos hoje são animais como os musaranhos-arborícolas e os lêmures-voadores, que só existem no Sudeste Asiático. E o registro fóssil também mostra uma diversidade maior de primatas na Ásia nas fases iniciais da evolução do grupo”, explica.

QUENTINHO
Quem já viu saguis brasileiros em seu ambiente natural provavelmente teria uma imagem mais ou menos correta de como era a vida do animal, a começar pelo calor que fazia naquela época.

“Essa espécie viveu durante o que conhecemos como o máximo termal do Paleoceno-Eoceno, um período de aquecimento global no qual todo o planeta estava coberto com ecossistemas tropicais e subtropicais. Era uma época ótima para ser um primata”, diz Chris Beard.

“Imagine um animal frenético, até mesmo ansioso, muito ágil, saltando pela copa das árvores à procura de insetos”, diz o paleontólogo americano.

Asteroide passará a 5,8 milhões de quilômetros da Terra nesta sexta

AFP

Em Washington

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Um asteroide de 2,7 quilômetros de diâmetro se aproximará da Terra nesta sexta-feira (31) sem trazer riscos, pois passará a 5,8 milhões de quilômetros do planeta ou cerca de 15 vezes a distância entre nosso planeta e a Lua, informou a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana).

Embora esse asteroide, denominado 1998 QE2, não represente interesse para os cientistas que estudam os objetos que potencialmente ameaçam a Terra, também será examinado pelos astrônomos que tentam descobrir os segredos destes visitantes celestes.

“O asteroide 1998 QE2 é um objeto de grande interesse para o radiotelescópio de Goldstone, na Califórnia, e o telescópio de Arecibo, em Porto Rico, porque esperamos conseguir imagens de alta resolução que podem revelar muitas características de sua superfície”, disse o astrônomo Lance Benner, principal encarregado científico do radar Goldstone no Laboratório de Propulsão a Jato (JPL), da Nasa, em Pasadena, na Califórnia, nos Estados Unidos.

As imagens deste telescópio permitem ver claramente uma porção de 3,75 metros de comprimento a uma distância de quase seis milhões de quilômetros.

“Cada vez que um asteroide se aproxima da Terra, proporciona uma oportunidade científica importante para estudá-lo em detalhe para compreender seu tamanho, forma, rotação e as características de sua superfície, e tudo o que nos permite esclarecer suas origens”, disse.

“Também vamos usar as novas medidas para reavaliar sua distância da Terra e sua velocidade, o que permite melhorar os cálculos de sua órbita e trajetória no futuro”, acrescentou o astrônomo.

O asteroide estará mais perto da Terra em 31 de maio às 20h59 GMT (17h59, no fuso de Brasília), afirma a Nasa. Este será seu sobrevoo mais próximo em mais de dois séculos.

O asteroide 1998 QE2 foi descoberto em 19 de agosto de 1998 por astrônomos do programa de pesquisas de asteroides próximos à Terra no Instituto de tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), perto de Socorro, no Novo México, região Sudoeste dos Estados Unidos.

A Nasa, que considera a busca por asteroides uma alta prioridade, já identificou e indexou mais de 98% dos maiores asteroides, de mais de um quilômetro de diâmetro, que estão nas proximidades da Terra. Os astrônomos detectaram e catalogaram 9.500 objetos celestes de todos os tamanhos que cruzam perto da Terra, provavelmente um décimo do total

Fonte: Uol Notícias 

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Notícia trazida pela aluna Olga Cavalcanti do 4º ano A

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Escavações acham pedaços de utensílios domésticos em São Paulo

Notícia trazida  por Felipe Sanchez e Rosa Hellmeister, alunos do 4º ano C

26/05/2013 - 03h30

Escavações acham pedaços de utensílios domésticos em São Paulo

FERNANDO TADEU MORAES
DE SÃO PAULO

Quando a Prefeitura de São Paulo decidiu iniciar um projeto de paisagismo na praça Monteiro Lobato, ao lado da marginal Pinheiros, o arqueólogo Astolfo Araújo, 47, percebeu que era a oportunidade de concretizar um antigo projeto: escavar o local.

Na área, uma das poucas que ainda preservam o solo original da cidade, fica a Casa do Bandeirante, uma construção do século 18.

O trabalho de escavação, que começou em dezembro de 2012, já descobriu cerca de 2.000 fragmentos de cerâmica de uso cotidiano e pode ajudar a compreender os hábitos dos antigos moradores e como se deu a ocupação dessa área, um pedaço da antiga margem do rio Pinheiros.

O terreno, doado à prefeitura em 1944, tem inegável valor arqueológico, segundo Paula Nishida, do Departamento do Patrimônio Histórico. “Não há possibilidade de fazer uma obra dessas sem um trabalho arqueológico prévio. A prefeitura fez então essa parceria com a USP.”

Folha acompanhou as escavações nos fundos da casa, uma área provavelmente de passagem de pessoas e animais, segundo Araújo, que é professor do MAE (Museu de Arqueologia e Etnografia da USP).

Nas áreas já escavadas é possível ver brotando do chão fundos de panelas, alças de xícaras, pedaços de pratos com pequenas decorações e fragmentos de outros utensílios que, após serem limpos e catalogados, serão reconstituídos e expostos no MAE.

“Perguntamo-nos por que os fragmentos estão justamente aqui, se foram enterrados ou simplesmente jogados porta à fora.”

Uma possibilidade é que houvesse uma casa mais antiga em outro local, e que a atual construção seja um prolongamento posterior dela ou uma substituta.

“Nosso trabalho questiona desde como o lixo era despejado até questões arquitetônicas, como se havia uma casa original diferente dessa.”

No passado, havia uma série de estruturas em volta da casa sede, como o curral e a casa dos escravos, diz Araújo. “O trabalho arqueológico mostra o que existia ao redor da casa que ou desapareceu ou está sob o solo.”

Também foram recolhidas para estudos amostras de terra queimada que passarão por processos de datação.

Uma área de terra preta atípica será submetida a análises químicas para se saber se ela é natural do terreno, resultado da decomposição de matéria orgânica, ou se foi trazida posteriormente.

O trabalho, que continua até o fim de 2014, deve render, além da exposição, a publicação de artigos científicos. O local também será usado para aulas e visitação de escolas já neste mês.

Para Araújo, a arqueologia permite fazer uma leitura crítica do passado. “Os que viviam aqui há alguns séculos tinham desvantagens tecnológicas em relação a nós. Mas moravam às margens do rio Pinheiro, que era limpo e meandrante [com curvas]. Hoje, em nome do progresso, fizeram esse canal retilíneo, um esgoto a céu aberto. Será que essas pessoas viviam pior do que a gente?”

Editoria de Arte/Folhapress
CERÂMICA DE OUTRORA Pesquisadores trabalham em praça ao redor da Casa do Bandeirante
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