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Category Archives: Tecnologia

Após quase falir, Lego se reergue com apoio de videogames

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Tempo de voo da ponte aérea SP-Rio pode cair 8 minutos

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Altíssima definição chega à televisão

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Coreanos criam garrafa que transforma água do mar em potável

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Eles desenvolveram um sistema portátil que filtra a água

 

Os sul-coreanos Younsun Kim, Kangkyung Lee, Byungsoo Kim e Minji Kim, da Universidade de Yonsei, na Coreia do Sul, desenvolveram um sistema de filtragem e purificação de água portátil que promete transformar água do mar em água potável.

O Puri, como é chamada a garrafa que filtra água, usa a tecnologia de osmose reversa. O item é projetado para uso em barcos ou situações de emergência no mar, em que as pessoas podem precisar de água para não se desidratarem ou até mesmo morrerem. Com esse equipamento, elas podem beber a água do mar.

Segundo o site da Fast Company, o uso é simples, o usuário só precisa bombear um êmbolo – dispositivo que desliza em um e outro sentido no interior de um cilindro – e pressurizar a água salgada, empurrando para a câmara de filtragem. Em seguida, a água doce entra em outra câmara, pronta para ser consumida.

Rede de cafeterias de Taiwan imprime rosto de cliente na bebida

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Let´s Café buscou estratégia para se diferenciar dos concorrentes

 

Em busca de uma maneira de se diferenciar dos concorrentes, uma rede de cafeterias de Taiwan instalou máquinas nas suas lojas mais populares para o cliente imprimir a foto do seu rosto na bebida.

O cliente precisa fazer o upload da foto do celular para a máquina fazer a impressão da imagem na espuma da bebida. Segundo o site Huffington Post, ainda é possível imprimir frases curtas para estampar fotos de namorados, por exemplo.

A rede Let´s Café tem cerca de 2 mil unidades, a maioria instalada em quiosques em lojas de conveniência. E essa foi a forma encontrada pela rede para se destacar e enfrentar a concorrência das tradicionais redes de café que trabalham com lojas próprias.

Eletrônicos vestíveis já são realidade

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Com desaceleração das vendas de computadores e smartphones no mundo, fabricantes grandes e pequenos já veem nos aparelhos ‘para vestir’ uma nova categoria de produto; óculos do Google são considerados a principal novidade que vai redefinir o setor

NOVA YORK – Os óculos do Google só serão lançados comercialmente no ano que vem, mas seu impacto já é sentido na indústria de tecnologia. Em um momento em que as vendas de smartphones e computadores desaceleram, fabricantes grandes e pequenos começam a desenvolver eletrônicos que podem ser “vestidos”, inaugurando uma nova categoria para estes setores tão dependentes de inovação tecnológica.

Esse movimento foi observado durante a Wearable Tech Expo (Exposição de Tecnologia Vestível), realizada há duas semanas em Nova York (EUA). Com cerca de 30 palestrantes, a conferência deu ideia do tipo de computador “vestível” que pode chegar ao consumidor.

O que antes parecia filme de ficção científica está mais próximo do que pensávamos. Muitos dos produtos apresentados na feira visavam a saúde e o bem-estar. Entre eles, estava o M-SporTracker, uma faixa para o braço que monitora o batimento cardíaco durante a atividade física. Associado a um aplicativo, ele armazena os dados coletados para futura avaliação.

Seguindo a mesma linha, outro destaque da feira foi o aparelho Shine, apresentado pela Misfit Wearables, cujo fundador vem ao Brasil este mês. Assim como outros monitores de atividade, as informações coletadas são transferidas para um aplicativo.

“As tecnologias vestíveis ainda estão sendo moldadas, mas já representam um enorme potencial para o mercado”, diz Rich Tehrani, presidente da Wearable Tech Expo.

O setor de tecnologia vestível ainda é incipiente, mas a previsão é de que movimente US$ 4,6 bilhões neste ano, de acordo com um estudo da consultoria britânica Visiongain. Entre os aparelhos citados pelo estudo, estão relógios inteligentes, sensores que geram relatórios sobre saúde, dispositivos para medir o desempenho de exercícios físicos e óculos de realidade aumentada, como o Google Glass.

Segundo o relatório, os óculos do Google devem “redefinir” o mercado de vestíveis e a Apple deve ser seu maior rival, com um possível relógio eletrônico que se conecta ao iPhone. “Acreditamos que o mercado de tecnologia vestível seguirá o mesmo paradigma que os smartphones e tablets, e que nos próximos cinco anos esses aparelhos terão um crescimento explosivo”, diz a consultoria.

Um outro estudo da empresa de pesquisas MarketsandMarkets prevê que as vendas desses produtos devem crescer 30,4% ao ano e vão a movimentar US$ 8,3 bilhões até 2018.

Versátil. Os aparelhos são vestidos como roupas e interagem diretamente com o corpo dos usuários. Por isso, eles têm sido uma tecnologia versátil, aberta a novas experimentações.

Um dos setores que mais avançam é o de produtos esportivos. A Nike, por exemplo, tem investido neste tipo de tecnologia e uma das apostas da marca são os eletrônicos vestíveis, como a pulseira FuelBand.

O aparelho é uma espécie de relógio que registra a atividade física diária e alerta, por meio de avisos luminosos, se o usuário está se movimentando o suficiente. Um site e um aplicativo analisam as informações de forma que o usuário compreenda melhor suas atividades físicas. “Nós queríamos achar um jeito de manter as pessoas motivadas e ativas”, diz o vice-presidente de esporte digital da Nike, Stefan Olander.

Outro mercado impulsionado pelo crescimento das tecnologias vestíveis é o dos aplicativos. Como a maioria dos produtos serve para captar dados, nada mais natural do que o desenvolvimento de programas para smartphones que analisem as informações.

Especialista em criar aplicativos para óculos inteligentes, a SilicaLabs é a responsável pelo GlassFit, um software para o Google Glass que sugere rotinas de exercícios físicos. Além do aplicativo, a empresa criou também o SimpleWing, software gratuito de criação de apps para os óculos do Google. Quem aproveitou o lançamento para se inserir neste mercado em expansão foi a National Geographic, que criou um aplicativo que oferece imagens e manchetes de suas publicações digitais.

Ficção. A computação vestível tem servido de inspiração para projetos experimentais que beiram a ficção científica. A Innovega, empresa norte-americana que desenvolve dispositivos vestíveis, apresentou no início deste ano um protótipo de lentes de contato de realidade aumentada – a iOptik.

Associadas a uma armação de óculos, as lentes aplicam camadas de informação sobre a visão. Ainda sem previsão de lançamento, esta tecnologia promete ser melhor do que a desenvolvida pelo Google.

O projeto se assemelha à história do curta-metragem futurístico Sight, que retrata um personagem que usa uma lente de contato inteligente do tipo. Tudo é feito através das lentes. Ao cortar um legume, a lente projeta o tamanho exato dos pedaços que ele precisa cortar. Ao sair para um encontro romântico, ele puxa dados de redes sociais sobre seu par. Há um ano, quando o filme foi lançado, tecnologias assim pareciam distantes, mas hoje já estão mais próximas da realidade.google glass

Prédio mais alto da China tem elevadores mais rápidos do mundo

china

Com 121 andares, Torre de Xangai é o segundo mais alto do mundo e seus elevadores correm 18 metros por segundo
05 de agosto de 2013 | 8h 53

XANGAI – A estrutura principal do prédio mais alto da China foi concluída neste fim de semana em Xangai. Uma cerimônia marcou a colocação da última viga no alto da Torre Xangai, com 632 metros de altura e 121 andares.

O prédio, no distrito de Pudong, é o segundo mais alto do mundo, superada apenas pela torre Burj Khalifa, de Dubai, que tem 829,8 metros de altura.

 

Após a cerimônia com ar patriótico, os trabalhadores chineses deram início ao acabamento no interior do prédio. A conclusão está prevista para o ano que vem.

 

Projetada pelo escritório de arquitetura Gensler, dos Estados Unidos, a torre de aço e vidro tem forma de uma espiral translúcida. Os elevadores serão os mais rápidos do mundo, com cabos duplos projetados pela Mitsubishi que deslocarão os ocupantes a uma velocidade de 18 metros por segundo, o equivalente a 64,8 quilômetros por hora.

A economia chinesa tem alimentado um frenesi de construção, incluindo alguns dos edifícios mais altos do mundo. A Shanghai Tower substitui o Shanghai World Financial Center, concluída em 2008, que até agora era a mais alta do país.

 

Na cidade de Changsha, no centro Sul da China, está sendo erguido o Sky City, de 838 metros, que deve ultrapassar o Burj Khalifa e tornar-se o mais alto do mundo.

 

Neste verão, a China também apresentou maior edifício do mundo em termos de área construída na cidade ocidental de Chengdu. A New Century Centro Global superou o recordista anterior, o aeroporto de Dubai.

 

Sustentabilidade. A Torre Xangai representa uma nova forma de construção urbana, na definição de Art Gensler, fundador da construtora Gensler. O prédio incorpora as melhores práticas em sustentabilidade e design de alto desempenho, segundo ele.

 

A torre está localizada na zona financeira e comercial de Lujiazui, uma área de Xangai que há 20 anos era uma área de cultivo agrícola.

 

O prédio alojará um espaço de escritórios de alto padrão, áreas de varejo, um hotel luxuoso e centros culturais. Os andares mais altos terão um deck de observação ao ar livre mais alto do mundo, enquanto a plataforma elevada da torre irá oferecer um ambiente avançado para comércio no varejo, com um grande espaço para eventos.

As instalações subterrâneas incluem áreas de comércio, conexões para o metrô de Xangai e três andares de estacionamento.

 

O projeto do Shanghai Tower está organizado em nove edifícios cilíndricos, empilhados um em cima do outro. A camada interna da fachada de parede dupla une os edifícios empilhados, enquanto a fachada externa envolve o edifício, que gira em 120 graus, à medida que se ergue e dá à torre uma aparência distinta e em curvas.

 

Os espaços entre as duas camadas da fachada criam nove jardins com átrios voltados para o céu. Semelhantes a praças e parques de cidades tradicionais, o átrio a céu aberto oferece espaço dentro do prédio para interação e reunião de comunidades, com cafeterias e lojas de conveniência e uma paisagem rica.

 

A sustentabilidade é a base do projeto. O cone, a textura e a assimetria da fachada funcionam para reduzir a força dos ventos sobre o edifício em 24%, proporcionando uma economia de US$ 58 milhões com materiais de construção.

Luz natural. As camadas transparentes internas e externas do edifício permitem a entrada máxima de luz natural, reduzindo a necessidade de luz elétrica. A camada mais externa da torre também isola a construção, reduzindo o uso de energia para aquecimento e refrigeração. O parapeito giratório da torre coleta água da chuva, que é usada pelos sistemas de aquecimento e refrigeração da torre.

 

Turbinas eólicas, instaladas diretamente abaixo do parapeito, geram energia própria no local para os andares mais altos do edifício, com um sistema de cogeração acionado por gás natural, que fornece eletricidade e aquecimento para os andares mais baixos.

 

Um terço da área construída será de área verde com um projeto de paisagismo para resfriar o prédio. No geral, as estratégias de sustentabilidade do prédio reduzirão a emissão da pegada de carbono em 34 mil toneladas por metro cúbico por ano.

 

Começa a próxima briga dos games

Nova geração dos videogames da Microsoft, Sony e Nintendo é o destaque da E3, maior feira do setor que começa hoje nos EUA

10 de junho de 2013
João Coscelli, especial para o Estado – O Estado de S.Paulo

Quando a Nintendo lançou o Wii U em novembro de 2012 trouxe um videogame com uma série de funções sociais. Agora o PlayStation 4 (PS4), da Sony, e o Xbox One, da Microsoft, – com ferramentas voltadas para o entretenimento – chegam para endossar a característica multifuncional que foi incorporada por esta nova geração de videogames. Tanto o Xbox One quanto o PS4 começam a ser vendidos no fim do ano.

Controles Wii U e PS4 - Divulgação
Divulgação
Controles Wii U e PS4

 

Juntos, os três novos aparelhos são as estrelas da feira E3, maior evento da indústria dos videogames que começa hoje em Los Angeles. É lá que as três gigantes do setor apresentam suas principais apostas para se sobressair neste novo ciclo dos jogos – que agora enfrentam outros rivais, como os dispositivos móveis.

As fabricantes mostraram aparelhos que vão além dos games. Eles reproduzem filmes, acessam a internet e reúnem outras funções multimídia. Trata-se de uma evolução das tecnologias adotadas nos últimos anos.

Na avaliação do diretor para a América Latina da produtora de jogos Ubisoft, Bertrand Chaverot, a disseminação da banda larga permitiu que mais pessoas jogassem em rede, com outros jogadores. “Isso é consequência do crescimento das redes sociais. As pessoas preferem jogar com os amigos a jogar sozinhas”, diz o executivo. “O sucesso dos jogos sociais mostrou para as fabricantes de consoles que o lado multijogador – compartilhar, desafiar, brincar – era o mais importante.”

A aposta da Microsoft é uma máquina “tudo em um”, como a empresa definiu o Xbox One. Já a Sony colocará no mercado um videogame que é, prioritariamente, um sistema de jogos, diz a empresa. As duas fabricantes prometem aparelhos que vão se integrar à rotina do usuário e se tornar a principal plataforma para todas as atividades de entretenimento na sala de estar. Outra característica é que ambos interagem com outros dispositivos, como smartphones e videogames portáteis, o que reforça o caráter social desta nova geração de aparelhos.

Nenhum dos dois chegou às lojas, mas eles já dividem o público. Na opinião de Marcos Khalil, presidente executivo da rede de lojas UZ Games, Sony e Microsoft disputarão a atenção dos jogadores hardcore – aquela parcela que joga com frequência há mais tempo e, consequentemente, gasta mais. “Sony e Microsoft brigarão pela mesma fatia. As duas querem manter os jogadores hardcore e atrair os novos adeptos”, diz. “Eles não se esqueceram de mostrar o lado casual, pois perceberam que esse público também tem potencial de consumo.”

Já a Nintendo, avalia Khalil, busca um outro público – os jogadores menos ávidos, que procuram games mais simples, justamente aqueles que fizeram do Wii o videogame mais vendido da última geração. Cem milhões de unidades foram comercializadas desde o lançamento em novembro de 2006. Mas, apesar de oferecer funções multimídia com o novo Wii U, a empresa precisa melhorar. “A Nintendo tem de focar nas funções interativas da internet. Hoje o jogador é muito mais antenado, é uma exigência dele estar conectado”, diz Khalil.

O Wii U saiu na frente, mas as vendas têm decepcionado. No primeiro trimestre, 390 mil unidades foram distribuídas às lojas. No Brasil, onde ele não chegou oficialmente e só é vendido por importadores, a procura foi praticamente nula, segundo presidente da UZ Games.

A saída, na opinião de Chaverot, é desenvolver jogos de qualidade. “A Nintendo ainda vai anunciar seus primeiros grandes títulos para Wii U. É muito importante ver o que ela vai revelar, porque faz jogos muito bons. É importante para cada console ter seus carros-chefes entre os games.”

Velhos amigos. De acordo com a consultoria GFK, há aproximadamente 5 milhões de videogames da atual geração em uso no Brasil. A chegada das novas plataformas, porém, não será um impedimento para que esse número cresça, de acordo com Jonathan Harris, gerente de marketing e vendas da produtora Eletronic Arts no Brasil. “No mercado de videogames, esses períodos de transição dão uma vida longa à geração vigente, que ainda vai continuar vendendo”, afirma. O motivo, diz o executivo, é que novos jogos continuam sendo lançados para essas plataformas.

Chaverot compartilha dessa opinião. Ele afirma que a expectativa da Ubisoft é que a quantidade de videogames da geração atual chegue a 10 milhões nos próximos anos, principalmente por causa da queda nos preços que ocorre depois do lançamento de uma nova geração.

Nova geração do Xbox, videogame da Microsoft, será apresentada nesta terça

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O evento da Microsoft durante o qual será revelado o primeiro novo console de games feito pela empresa desde 2005 (ano do lançamento do Xbox 360) terá início às 14h (horário de Brasília) desta terça-feira (21).

O concorrente do PlayStation 4, videogame da Sony que foi anunciado em fevereiro, leva o codinome Durango, mas pode ser chamado publicamente de Xbox Infinity ou de Xbox 720, apontam rumores.

A Microsoft limita-se a dizer que o novo console trará “uma nova geração de games, de TV e de entretenimento.”

Conteúdo interativo que vá além dos games pode ser um forte do próximo Xbox: durante uma conferência realizada pelo site “All Things Digital”, Nancy Tellem, executiva responsável por entretenimento e mídia digital da Microsoft, disse que um projeto dedicado ao videogame da empresa e desenvolvido por 125 pessoas poderia ser lançado ainda neste ano.

Especulou-se que o novo console possa requerer conexão à internet permanente para poder funcionar, o que atraiu comentários negativos de alguns fãs do videogame. O site “Ars Technica”, contudo, disse ter conseguido um e-mail interno à Microsoft que descarta essa possibilidade.

Divulgação/EricDesign.net
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Imagem criada por artista gráfico para imaginar como seria um “Xbox 720″, como pode ser chamado o novo videogame da Microsoft

HISTÓRICO

Sabe-se pouco sobre o aparelho. A companhia norte-americana mostrou ser mais eficaz do que a principal concorrente japonesa em conter vazamentos de informação –no início do ano, antes do anúncio do PlayStation 4, inúmeros veículos publicaram especificações e até imagens do DualShock 4, o controle do PS4.

A Microsoft aprendeu com a rival: todos os joysticks do novo Xbox distribuídos para desenvolvedores tinham um padrão de listras único, o que torna fácil o rastreamento em caso de vazamento.

Além de uma máquina mais potente, uma aposta segura é dizer que a mídia mudará do DVD para o Blu-ray, formato já utilizado pelo PS3.

A qualidade gráfica dos games da próxima geração aumentarão o espaço ocupado nos discos, e o Blu-ray tem cerca de sete vezes a capacidade de um DVD comum.

Apesar da configuração provavelmente semelhante, o novo Xbox deve ter uma proposta diferente do PS4.

Enquanto a Sony mirou o jogador “hardcore” e a jogatina compartilhada (há até um botão específico para compartilhar imagens e vídeos), a Microsoft deve apresentar um Xbox como uma central de mídia, capaz de atrair quem está interessado em ver filmes e navegar na web.

O primeiro console da geração mais recente é o Nintendo Wii U, que foi lançado em dezembro do ano passado.

KINECT 2

Uma novidade dada quase como certa é a nova versão do leitor de movimentos Kinect.

O acessório não será mais opcional; para ligar o novo Xbox você precisará conectar o novo sensor.

Ele poderá escanear dedos separadamente, perceber o movimento dos lábios e até expressões faciais.

O jornalista ALEXANDRE ORRICO viajou a convite da Microsoft

fonte: Folha de São Paulo – tec – terça-feira, 21 de maio de 2013